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Morfologia e imunolocalização de aquaporinas (AQPs) 1 e 9 na rede testicular, ductos eferentes, epidídimo e ducto deferente em cutias (Dasyprocta azarae) criadas em cativeiro

Processo: 15/23822-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2016 - 31 de março de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária
Pesquisador responsável:Bruno Cesar Schimming
Beneficiário:Bruno Cesar Schimming
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Pesq. associados:Patricia Fernanda Felipe Pinheiro ; Raquel Fantin Domeniconi
Assunto(s):Epididimo  Aquaporinas  Animais selvagens  Morfologia animal  Cutias 

Resumo

A cutia (Dasyprocta sp) é um roedor selvagem que pode ser usado como fonte alternativa de proteína animal. É fundamental que se conheça a biologia reprodutiva e a morfologia dos órgãos reprodutores para a incrementação de sua produção. Diante da importância que a cutia pode representar ao tornar-se fonte de proteína de baixo custo, de se fomentar a sua criação em cativeiros, e da escassez de informações sobre a morfologia reprodutiva destes animais, objetiva-se nesta proposta descrever a morfologia, em nível de microscopia de luz, e a imunolocalização de aquaporinas (AQPs) 1 e 9 na via seminífera (rede do testículo, ductos eferentes, epidídimo e ducto deferente), e identificar a divisão segmentar do ducto epididimário em cutias-pardas, visando colaborar com futuras investigações, principalmente aquelas relacionadas à exploração zootécnica racional destes roedores. Para tanto, serão coletados fragmentos dos testículos, epidídimos e da porção proximal do ducto deferente de dez cutias-pardas adultas e sexualmente maduras. Após a fixação histológica em paraformaldeído por 24h, as amostras serão destinadas à rotina para inclusão em ParaplastTM (Sigma, St. Louis, MO, USA). Seguindo à inclusão, será feita microtomia para obtenção de cortes histológicos de 5 µm de espessura, os quais serão montados em lâminas silanizadas e, o material será então, destinado à rotina histológica e imunoistoquímica para detecção de AQPs 1 e 9. (AU)