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Medicina regenerativa utilizando queratinócitos e fibroblastos ou melanócitos para terapia celular em úlceras cutâneas de diferentes etiologias e vitiligo

Processo: 15/01067-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de fevereiro de 2016 - 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Carolina Caliári Oliveira
Beneficiário:Carolina Caliári Oliveira
Empresa:CC Oliveira Eireli - ME
Município: Paulínia
Pesq. associados:Maria Beatriz Puzzi
Auxílios(s) vinculado(s):16/16013-2 - Otimização do processo de terapia celular para lesões cutâneas em pacientes: desenvolvimento de biocurativo e avaliação do potencial terapêutico de queratinócitos, fibroblastos e células mesenquimais em úlceras crônicas e queimaduras graves, AP.PIPE
Bolsa(s) vinculada(s):16/04945-8 - Medicina regenerativa utilizando queratinócitos e fibroblastos ou melanócitos para terapia celular em úlceras cutâneas de diferentes etiologias e vitiligo, BP.TT
16/01239-5 - Medicina regenerativa utilizando queratinócitos e fibroblastos ou melanócitos para terapia celular em úlceras cutâneas de diferentes etiologias e vitiligo, BP.PIPE
Assunto(s):Dermatologia  Cicatrização  Fibroblastos  Queimaduras  Melanócitos  Queratinócitos  Terapia baseada em transplante de células e tecidos  Vitiligo  Úlcera cutânea 

Resumo

A pele, o maior órgão do corpo humano, desempenha importantes funções na regulação térmica e prevenção da desidratação do organismo, além disso, atua como barreira contra infecções e diversos tipos de insultos mecânicos e químicos, protegendo o organismo ativamente, dessa forma, a perda da integridade da pele resulta em uma série de complicações para o indivíduo. Atualmente, o aumento da expectativa de vida dos indivíduos tem sido associado ao aumento da incidência de úlceras crônicas relacionadas principalmente à insuficiência venosa, arterial ou neuropatias, podendo estar associadas à outras patologias como o diabetes. Úlceras crônicas e lesões graves de pele como as ocasionadas por queimaduras extensas representam um desafio para os profissionais da área, acarretando em longos períodos de tratamento e altos custos para os sistemas de saúde. Diversas alternativas terapêuticas encontram-se disponíveis, porém existe uma lacuna terapêutica representada por pacientes refratários às terapias convencionais por isso, nos últimos anos a terapia celular tem ganho destaque nesses casos. Na prática clínica, a terapia com células autólogas oriundas da pele como queratinócitos e fibroblastos tem produzido bons resultados acelerando a cicatrização ou até mesmo cicatrizando úlceras crônicas. Mais recentemente a terapia com células mesenquimais, ainda em caráter experimental, tem sido uma aliada para diversas patologias que acometem a pele, enquanto melanócitos tem sido utilizado com sucesso para induzir o processo de repigmentação cutânea em pacientes com vitiligo. Dessa forma, o presente trabalho visa avaliar o potencial terapêutico da aplicação de melanócitos em pacientes com vitiligo e do coimplante de queratinócitos e fibroblastos em pacientes com úlceras crônicas de diferentes etiologias e queimaduras, bem como estruturar o Laboratório de Cultivo de Células da Pele-UNICAMP e implantar uma empresa a visando a padronização do processo terapêutico. A terapia celular representa o futuro do tratamento para patologias graves que acometem a pele e o interesse crescente nesse tipo de terapia requer suporte especializado para que a mesma esteja disponível em tempo hábil e de maneira segura. Assim, uma empresa constituída por Laboratório de Cultivo de Células da Pele viria ao encontro dessa nova tendência de mercado oferecendo a possibilidade de tratamento para esses pacientes. (AU)

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