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As bordas do político: entre o discursivo e as estratégias funcionais

Processo: 15/22723-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2016 - 28 de fevereiro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia
Pesquisador responsável:Edson Luis de Almeida Teles
Beneficiário:Edson Luis de Almeida Teles
Instituição-sede: Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Guarulhos. Guarulhos , SP, Brasil
Assunto(s):Estratégia política  Subjetividade 

Resumo

O objetivo desta pesquisa é reconhecer e analisar determinadas condições contemporâneas da ação política, notadamente as que se apresentem em suas formas mecânicas ou funcionais, indicando estratégias do agir independentes dos seus aspectos discursivos ou dos projetos políticos a elas relacionados. Nossa hipótese é a de que diante destas condições as categorias tradicionais, tais como a soberania, a representação, as instituições do Estado e da sociedade civil, são insuficientes como instrumentos de compreensão do político. Mesmo as análises que indicam micropolíticas moldadas pelas subjetividades e pelos discursos não nos parecem o suficiente. Nossa questão central é a de que os regimes de produção das subjetividades encontram sua maior produtividade na intersecção ou nas fronteiras entre os modos discursivos e os funcionais, fabricando processos de condução das vidas individuais e coletivas nos quais se operam o controle e o governo da ação política. Para trabalharmos esta conceituação dos limites e alcances do político utilizaremos autores que transitam do tradicional para a ruptura com olhares críticos, tais como: Hannah Arendt (fabricação e biológico na política), Michel Foucault (poder disciplinar e máquinas políticas), Félix Guattari e Gilles Deleuze (servidão maquínica). Faremos uso também do recurso transversal e interdisciplinar às abordagens de diferentes áreas do saber para experimentar certas possibilidades de uso das ferramentas filosóficas indicadas acima. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
EDSON TELES. GOVERNAMENTALIDADE ALGORÍTMICA E AS SUBJETIVAÇÕES RAREFEITAS*. Kriterion, v. 59, n. 140, p. -, Ago. 2018.

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