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Desenvolvimento e aplicação de um quadro de via de resultado adverso para compreender e prever a neurotoxicidade do desenvolvimento e neurodegeneração induzida pelo manganês

Processo: 15/24207-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2016 - 31 de maio de 2018
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Inorgânica
Pesquisador responsável:Raúl Bonne Hernández
Beneficiário:Raúl Bonne Hernández
Instituição-sede: Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil
Auxílios(s) vinculado(s):16/50483-6 - Modeling in yeast the neurotoxicity and neurodegeneration induced by manganese, AP.R
Assunto(s):Neurotoxicidade  Manganês  Rotas de resultados adversos  Síntese proteica  Degeneração neural  Toxicogenética 

Resumo

Manganês (Mn) é o décimo segundo elemento mais abundante na crosta da terra. Mn é um microelemento essencial na nutrição, que pode ser neurotóxico, especialmente durante os estádios de desenvolvimento por mecanismos pouco claros que sugerem estudos adicionais e melhorados. Desta forma, o desenvolvimento caminhos de resultado adverso (AOPs, sigla do inglês) são novas ferramentas projetadas para fornecer uma representação mecanicista e mais clara de efeitos toxicológicos críticos que se estendem ao longo de diferentes camadas da organização biológica. AOPs compartilham uma estrutura comum, consistindo de um evento iniciador molecular (MIE, sigla do inglês), uma série de etapas intermediárias e eventos-chave e um resultado adverso (AO, sigla do inglês). AO pode ser revelado por abordagens toxicogenômicas, que combina a toxicologia com genômica ou outras tecnologias de perfil molecular de alto rendimento como transcriptômica, proteômica, metabolômica e epigenômica. Recentemente, nosso grupo, usando abordagens toxicogenômicas em alternativos modelos animais descobriu que o Mn afeta vários caminhos associados à homeostases celular, deficiência do metabolismo de proteínas, doença de Alzheimer, doença de Huntington e doença de Parkinson. Portanto, levantamos a hipóteses que, se as rotas de resultados adversos induzidas por espécies de manganês são conservadas entre espécies, isso deve melhorar o entendimento dos mecanismos associados à neurotoxicidade e neurodegeneração induzida por este metal. Desta forma, o presente projeto visa descobrir se as alterações de vias metabólicas induzidas pelo manganês são conservadas diferentes modelos animais, durante diferentes estágios do desenvolvimento. Resultados que devem aprimorar as ferramentas de avaliação do risco ambiental e para seres humanos, associados ao manganês. (AU)