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Detalhamento funcional do papel de CD99 em astrocitomas

Processo: 15/03614-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2016 - 30 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Sueli Mieko Oba Shinjo
Beneficiário:Sueli Mieko Oba Shinjo
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesq. associados: Roseli da Silva ; Suely Kazue Nagahashi Marie
Assunto(s):Neurologia  Glioblastoma  Astrocitoma  Glicoproteínas de membrana  Antígenos CD99  Expressão gênica  Análise de sequência de RNA 

Resumo

Os astrocitomas estão entre os tumores mais comuns do sistema nervoso central e são classificados de acordo com seu grau de malignidade em uma escala de I a IV, considerando características histológicas e alterações genéticas do tumor. O grau IV ou glioblastoma (GBM) é o mais frequente e maligno e o tratamento padrão consiste em ressecção cirúrgica do tumor seguida de radioterapia e quimioterapia com temozolamida. Mesmo com este tratamento agressivo, a sobrevida média dos pacientes é de aproximadamente 1 ano. Na expectativa de aumentar a sobrevida do paciente busca-se combinar a terapia padrão com outras terapias de base biológica. Para tanto diversos estudos têm sido desenvolvidos na busca por proteínas de membrana expressas em diferentes tipos de tumores, inclusive GBM, que poderiam servir como alvos terapêuticos. Entre estes está o CD99, uma proteína expressa na membrana de células hematopoiéticas e outros tipos celulares que desempenha papel na diferenciação, adesão e migração de linfócitos T e B. O CD99 também foi descrito em diversos tipos de tumores, incluindo sarcoma e GBM. Nosso laboratório demonstrou níveis elevados de RNA mensageiro e da proteína em amostras de tecido e linhagens de GBM. Um estudo detalhado da função de CD99 será realizado através da análise do transcriptoma de linhagens celulares de GBM (U87MG e A172) silenciadas e não-silenciadas para a expressão de CD99, a fim de identificar vias de sinalização moduladas por CD99. A análise do transcriptoma direcionará os estudos funcionais a serem realizados para comprovação dos achados. Adicionalmente, a capacidade tumorigênica das linhagens silenciadas será avaliada in vivo. (AU)