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Cultivo de copépodes visando o estudo da viabilidade da comercialização de ovos refrigerados para pós-eclosão e fornecimento de alimento vivo para aquicultura

Processo: 15/16026-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de abril de 2016 - 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca - Aquicultura
Pesquisador responsável:Naira Juliana da Silva
Beneficiário:Naira Juliana da Silva
Empresa:Fernando Takashi Kanemoto
Município: São Paulo
Pesquisadores principais:Fernando Takashi Kanemoto
Bolsa(s) vinculada(s):16/06481-9 - Cultivo de copépodes visando o estudo da viabilidade da comercialização de ovos refrigerados para pós-eclosão e fornecimento de alimento vivo para Aquicultura, BP.PIPE
16/06482-5 - Cultivo de copépodes visando o estudo da viabilidade da comercialização de ovos refrigerados para pós-eclosão e fornecimento de alimento vivo para Aquicultura, BP.PIPE
Assunto(s):Aquicultura marinha  Biotecnologia  Copepoda  Rotíferos  Artemia  Larva 

Resumo

O conteúdo nutricional do alimento vivo ofertado às larvas de organismos marinhos é de fundamental importância para o seu desenvolvimento e sobrevivência. Atualmente rotíferos e artêmias são os alimentos vivos mais comumente empregados em aquicultura marinha. Entretanto, seu perfil nutricional muitas vezes não é o ideal, exigindo seu pré-enriquecimento, além do tamanho muitas vezes dificultar sua captura pelo potencial predador, resultando, em muitos casos, em um consumo ineficiente e consequente baixas taxas de sobrevivência das larvas. Tendo em vista esses problemas, o uso de náuplios de copépodes pode ser uma alternativa alimentar viva interessante, pois em geral estes microcrustáceos apresentam vantagens como excelente valor nutricional, tamanho ideal para as larvas de muitos organismos marinhos e comportamento natatório que estimula a predação pelas larvas, o que resulta, muitas vezes, em maior taxa de sobrevivência e melhor desenvolvimento larval, com maior crescimento e melhor pigmentação. Contudo, o cultivo de copépodes precisa ser realizado em densidades que demandam volumes de cultivo (de copépodes e microalgas) e uma carga de trabalho excessivos, quando se compara com os cultivos de rotífero e artêmia nos estabelecimentos de larvicultura. Estes são fatores que inviabilizam o desenvolvimento da atividade em paralelo às demais demandas de uma larvicultura e comprometem significativamente o avanço da aquicultura marinha em território nacional. Portanto, este projeto propõe um estudo de viabilidade do cultivo de copépodes em escala intensiva para a comercialização de seus ovos, que poderão ser armazenados e pós-eclodidos conforme demanda dos estabelecimentos de larvicultura de peixes marinhos ou de aquariofilia, principais mercados vislumbrados nesta fase. (AU)