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Própolis: modulação da apresentação antigênica e ativação diferencial de Linfócitos T

Processo: 15/03493-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2016 - 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Etnofarmacologia
Pesquisador responsável:José Maurício Sforcin
Beneficiário:José Maurício Sforcin
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Pesq. associados:João Pessoa Araújo Junior ; Maria Teresa de Teixeira Cruz Rosete ; Maria Terezinha Serrão Peraçoli ; Rodrigo Tavanelli Hernandes
Assunto(s):Apiterapia  Produtos naturais  Apis mellifica  Própolis  Imunomodulação 

Resumo

A própolis é um produto resinoso, elaborado pelas abelhas a partir de diversas partes das plantas, e se destaca por suas inúmeras propriedades farmacológicas, e pela possibilidade de aplicação na indústria farmacêutica e alimentícia. A maioria dos trabalhos publicados sobre própolis e imunidade foi realizada com animais e poucos são os trabalhos com humanos no tocante à sua ação imunomoduladora. Recentemente, iniciamos estudos com células humanas, avaliando o efeito da própolis em monócitos e células dendríticas e, neste projeto, visamos investigar os mecanismos celulares modulados pela própolis na apresentação de antígenos e ativação diferencial de linfócitos T. Para tal, utilizaremos um antígeno infeccioso (subunidade B da enterotoxina termolábil de E. coli), um antígeno tumoral (MAGE-1), ácido retinóico e lipopolissacarídeo (LPS) e avaliaremos a expressão de receptores celulares (TLR-2, TLR-4, MHC-II, CD80, CD40), ativação de fatores de transcrição (NF-kB e STAT-3) e produção de TNF-±, IL-6, IL-10 e IL-12, por monócitos. Também será analisada a proliferação de linfócitos, fatores de transcrição (T-bet, GATA-3, ROR³t, Foxp3) e produção de citocinas (IFN-³, IL-4, IL-17, TGF-²) por linfócitos T, no intuito de investigar se a própolis poderia favorecer um perfil de ativação, culminando preferencialmente no perfil Th1, ou Th2, ou Th17 ou Treg. Assim, partimos do pressuposto de que um determinado evento biológico poderia ser favorecido pela própolis, culminando, por exemplo, na resposta imune celular (Th1) a tumores, ou humoral (Th2) contra antígenos extracelulares, ou reguladora (Treg). Tais achados serão inéditos e relevantes, pois tal protocolo poderá ser adotado em esquemas vacinais ou em protocolos antitumorais, evidenciando assim a implicação prática deste projeto de pesquisa. (AU)

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