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Mapeamento de polimorfismos reguladores da expressão gênica na interação entre Mycobacterium leprae e macrófagos.

Processo: 15/01744-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2016 - 31 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Ana Carla Pereira Latini
Beneficiário:Ana Carla Pereira Latini
Instituição-sede: Instituto Lauro de Souza Lima (ILSL). Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). Bauru , SP, Brasil
Pesq. associados:Ida Maria Foschiani Dias Baptista ; Milton Ozorio Moraes ; Patrícia Sammarco Rosa ; Vânia Nieto Brito de Souza
Bolsa(s) vinculada(s):18/17274-0 - Mapeamento de polimorfismos genéticos reguladores da expressão gênica na interação entre Mycobacterium leprae e macrófagos, BP.TT
Assunto(s):Hanseníase  Expressão gênica 

Resumo

A hanseníase é uma doença complexa, causada pelo Mycobacterium leprae, com alta prevalência na população brasileira. O patógeno é intracelular e tem predileção por macrófagos e células de Schwann. A susceptibilidade genética para a doença tem importância solidamente demostrada bem como é tema de estudo relevante na área, no entanto, os dados obtidos ainda são controversos com poucos genes com associação confirmada em várias populações. Os estudos de epidemiologia genética em larga escala, que têm abordado o desfecho doença, têm fornecido dados importantes, mas ainda não esclarecem a arquitetura genética da susceptibilidade para esta. Assim, propomos aqui uma abordagem distinta para a identificação de loci associados com a doença, partindo do mapeamento de eQTLs (expression quantitative traits loci) que controlam a resposta de células da imunidade inata, que são decisivas na resposta imune contra o patógeno. Partindo de fenótipos biológicos da interação parasita hospedeiro, mais controlados e menos dependentes de outros fatores associados à susceptibilidade, esperamos encontrar loci e vias candidatas associados com a doença. Esses dados deverão então ser validados por estudos que abordem a instalação da doença e sua evolução e, assim, auxiliar na elucidação do controle genético dos fenótipos da hanseníase, inclusive na presença e ausência de outros fatores de risco não genéticos, com vistas à aplicação em estratégias de profilaxia e prognóstico da doença. (AU)