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Papel de cTXNPx e OPB na virulência e resistência a fármacos em Leishmania L. amazonensis e busca de novos fatores de virulência por proteoma comparativo

Processo: 14/26777-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2016 - 30 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Beatriz Simonsen Stolf
Beneficiário:Beatriz Simonsen Stolf
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Fatores de virulência  Leishmaniose 

Resumo

Leishmania ssp. são protozoários parasitas responsáveis por um complexo de doenças conhecidas como leishmanioses. Apresentam duas formas principais: a promastigota flagelada no tudo digestivo do inseto vetor, e a amastigota no interior dos macrófagos do hospedeiro vertebrado. A sobrevivência e multiplicação da Leishmania no interior desses macrófagos devem-se à capacidade de evasão do parasito por meio de fatores de virulência. A análise do proteoma tem se mostrado uma ferramenta eficaz na identificação desses fatores. Estudo anterior de nosso laboratório comparou o proteoma de amastigotas de L. (L.) amazonensis obtidas de lesões de BALB/c e BALB/c nude para analisar o impacto de respostas T dependentes do hospedeiro na expressão de proteínas do parasita. Observamos que isoformas da oligopeptidase B (OPB) e de triparedoxina peroxidase citoplasmática (cTXNPx), sabidos fatores de virulência de tripanosomatídeos, estavam diferencialmente expressas. Neste projeto, pretendemos analisar a importância da OPB e da cTXNPx na virulência desta espécie obtendo e caracterizando parasitas superexpressores que serão utilizados em modelos murinos de infecção in vitro e in vivo, e, no caso dos parasitas superexpressores de cTXNPx, para avaliação da resistência a estresse oxidativo. Recentemente observamos que as cepas PH8 e LV79 de L. (L.) amazonensis mantidas em nosso laboratório apresentam padrões de infecção distintos em camundongos C57BL/6 e BALB/c e em macrófagos in vitro. Enquanto lesões pela cepa LV79 são bem menores nas duas linhagens murinas, lesões significantemente maiores e mais precoces são observadas após inoculação da cepa PH8. De forma semelhante, observamos maior porcentagem de células infectadas e de amastigotas por macrófago em infecções in vitro com a cepa PH8 do que com LV79. Pretendemos investigar esse fenótipo comparando o proteoma dessas cepas para identificar potenciais fatores de virulência de L. (L.) amazonensis. Analisaremos ainda se elas diferem quanto à fagocitose por macrófagos e à indução de citocinas e NO por essa célula. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
CAPELLI-PEIXOTO, JANAINA; MULE, SIMON NGAO; TANO, FABIA TOMIE; PALMISANO, GIUSEPPE; STOLF, BEATRIZ SIMONSEN. Proteomics and Leishmaniasis: Potential Clinical Applications. PROTEOMICS CLINICAL APPLICATIONS, AUG 2019. Citações Web of Science: 0.
DE REZENDE, ELOIZA; KAWAHARA, REBECA; PENA, MAURICIO S.; PALMISANO, GIUSEPPE; STOLF, BEATRIZ S. Quantitative proteomic analysis of amastigotes from Leishmania (L.) amazonensis LV79 and PH8 strains reveals molecular traits associated with the virulence phenotype. PLoS Neglected Tropical Diseases, v. 11, n. 11 NOV 2017. Citações Web of Science: 2.

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