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Desenvolvimento de sistemas poliméricos nanoestruturados para estabilização de solos e controle de poeira sob diferentes condições ambientais

Processo: 15/15500-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de março de 2016 - 28 de fevereiro de 2017
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:João Batista Sgorbissa
Beneficiário:João Batista Sgorbissa
Empresa:João Batista Sgorbissa - ME
Município: São Paulo
Pesq. associados:Caio Marcio Paranhos da Silva ; Luiz Antonio Pessan
Assunto(s):Nanocompósitos  Polímeros (materiais)  Estabilização dos solos  Pavimentação asfáltica  Transporte rodoviário  Geodiversidade  Solos 

Resumo

Dentro do contexto econômico nacional, grande parte da movimentação de passageiros e de cargas no Brasil depende intensamente do transporte rodoviário. Entretanto, a qualidade das rodovias e a capacidade da União, Estados e Municípios em recuperar/reconstruir as suas respectivas malhas rodoviárias têm sido alvo de duras críticas de toda a sociedade civil. A etapa mais crítica nos processos de recuperação da pavimentação de rodovias é a estabilização do solo. Diversas técnicas estão disponíveis para tal, mas o custo associado, a elevada restrição da aplicação em diferentes ambientes e problemas de poluição têm revelado a importância do desenvolvimento de sistemas estabilizadores de solo com amplo espectro de utilização, ecologicamente amigáveis e de baixo custo. Além disso, estabilizadores poliméricos podem ser amplamente empregados no controle de emissão de poeira a partir de estradas de terra e cascalho. Esta proposta baseia-se no desenvolvimento de sistemas de estabilização de solos a partir de composições poliméricas nanoestruturadas, com elevada e seletiva compatibilidade a diferentes solos, no contexto da geodiversidade brasileira. Metodologias baseadas na avaliação de diferentes tipos de solo brasileiros serão aplicadas no intuito de se determinar as correlações entre as formulações do estabilizante nanoestruturado e a resistência mecânica, capacidade de absorção de água e estabilidade dimensional das amostras. O principal desafio é o desenvolvimento de um estabilizante polimérico de baixo custo, acessível, com elevada capacidade de modificação físico-química para atender os diferentes tipos de solo encontrados no país. Espera-se que a viabilidade técnica da proposta venha de encontro a necessidades de diferentes agentes econômicos, como pequenas prefeituras, empresas mineradoras, forças armadas, indústrias do segmento de agronegócio e demais dependentes de infraestrutura de escoamento local de produção e pessoas, através da malha rodoviária local. (AU)