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Efeito da privação de sono sobre o desenvolvimento de metástase em um modelo de melanoma murino

Processo: 16/01404-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Reserva Técnica para Infra-estrutura Institucional de Pesquisa
Vigência: 01 de abril de 2016 - 31 de março de 2017
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Beatriz Duarte Palma Xylaras
Beneficiário:Beatriz Duarte Palma Xylaras
Instituição-sede: Campus Ipiranga. Centro Universitário São Camilo (CUSP). União Social Camiliana (USC). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Estresse  Melanoma  Privação de sono  Sono 

Resumo

Uma das funções do sono é a de manutenção da atividade do sistema imunológico. Além disso, a privação de sono (PS) como distúrbios de sono estão associados ao prejuízo da atividade imunológica. A PS é considerada um fator estressante, pois induz aumento das concentrações de glicocorticóides (GC) por meio da ativação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPA), o que pode levar a uma série de distúrbios resultantes da secreção prolongada e/ou aumentada desses hormônios. Uma vez que o estresse está associado a redução funcional de células T citotóxicas e células NK, processos como a vigilância imunológica contra tumores podem estar afetados. Dessa maneira, a ativação persistente do eixo HPA em resposta ao estresse, pode contribuir para o desenvolvimento e progressão de alguns tipos de tumor. Sendo assim, o presente estudo tem o objetivo de avaliar os efeitos da PS na implantação e na progressão tumoral, em um modelo de melanoma murino. O projeto é dividido em 4 linhas de investigação que focalizarão mais de perto: as variações nas populações imunológicas, tanto esplênicas quanto as infiltrantes do tumor; a formação das metástases e das populações imunológicas esplênicas e infiltrantes do microambiente tumoral; a produção tecidual e plasmática de citocinas e a determinação das concentrações plasmáticas de GC. Camundongos machos da linhagem C57BL/6 receberão inoculação da linhagem de melanoma murino B16F10 e serão submetidos ao protocolo de 18h de restrição de sono por 21 dias. O projeto baseia-se na expectativa de que uma análise mais detalhada dos diversos elementos da resposta imune contra o melanoma murino em resposta à privação de sono possa resultar tanto no melhor acompanhamento da evolução tumoral como na compreensão dos mecanismos comuns do sono e do sistema imunológico. (AU)

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