| Processo: | 16/01357-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Maria Aparecida da Silva Pinhal |
| Beneficiário: | Maria Aparecida da Silva Pinhal |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina do ABC (FMABC). Santo André , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Santo André |
| Pesquisadores associados: | Auro del Giglio ; Gisele Giannocco ; Helena Bonciani Nader |
| Assunto(s): | Peptídeos Heparitina sulfato Heparanase HER2 Neoplasias Peixe-zebra |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | câncer | heparam sulfato | heparanase | Her2 | peptídeos | Zebrafish | Oncologia e Glicobiologia |
Resumo
A compreensão dos mecanismos moleculares envolvidos no desenvolvimento de neoplasias e metástases tumorais é essencial para gerar conhecimentos que permitam o diagnóstico precoce e alternativas mais efetivas para o tratamento das neoplasias. Proteoglicanos de heparam sulfato (PGHS) desempenham papel essencial nos processos de desenvolvimento de tumores. A enzima heparanase (HPSE), compreende uma endo-²-glucuronidase capaz de degradar cadeias de heparam sulfato e heparina. Os oligossacarídeos gerados por ação da HPSE são capazes de intensificarem os efeitos de fatores de crescimento, fatores angiogênicos, citocinas e moléculas de adesão celular, acarretando aumento expressivo dos processos de proliferação e migração celular, angiogênese e inflamação. Diversos tipos de tumores podem apresentar superexpressão de um dos membros da família de receptores do fator de crescimento epidérmico, denominado HER2. Atualmente, o tratamento de pacientes com câncer de mama que apresentam superexpressão de HER2, é realizado com o anticorpo monoclonal denominado trastuzumab, que tem demonstrando resultados promissores com significativa redução no crescimento do tumor e aumento da sobrevida de tais pacientes. Entretanto, vários efeitos colaterais, bem como resistência ao tratamento tem sido reportada com a utilização do trastuzumab. Resultados recentes publicados por nosso grupo evidenciaram que a atividade antineoplásico do trastuzumab é dependente de proteoglicanos de heparam sulfato. Diante de tais considerações, heparam sulfato, heparanase e HER2 representam moléculas envolvidas na carcinogênese. Assim, o presente estudo tem como objetivo selecionar e avaliar o possível efeito antitumoral dos peptídeos ligantes de tais moléculas. Os resultados obtidos poderão contribuir com novas alternativas para o tratamento do câncer. (AU)
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