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Distribuição de criadouros ocos-de-árvores de mosquitos vetores de febre amarela (Diptera: Culicidae) em área territorial de bugios (Alouatta clamitans) no Parque Estadual da Cantareira, São Paulo.

Resumo

A febre amarela silvestre é uma doença ressurgente nas duas últimas décadas em São Paulo. Nessa ocasião surtos acometeram a população humana e epizootias ocorreram na população de primatas não humanos. Consideramos que face às alterações antrópicas e à disposição atual dos remanescentes da vegetação no Estado de São Paulo, a distribuição das espécies vetoras silvestres de febre amarela é desconhecida. Na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) a população humana seria altamente vulnerável além da possível ocorrência de vetores nos remanescentes florestais. O Parque Estadual da Cantareira situado no norte da RMSP apresenta configuração espacial em que os principais componentes para ocorrência de surtos da febre amarílica: hospedeiros bugios (Allouatta clamitans), a população humana e potenciais espécies vetoras estão em contato inerente. Tal configuração poderia em caso de introdução de um caso humano, amplificar a ocorrência de casos nos hospedeiros. Nosso objetivo é levantar a informação sobre dois dos componentes: identificar as espécies de vetores que se criam nos criadouros específicos (ocos-de-árvore), as espécies arbóreas que formam tais criadouros e identificar as áreas de abrigo dos bugios em espécies arbóreas. Esperamos fornecer ao gestor em saúde, informações que permitam identificar se a RMSP pode ser uma área de risco de ocorrência de surtos e epizootias e realizar ações preventivas. (AU)

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La amenaza de la fiebre amarilla 
A ameaça da febre amarela 
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