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Construções completivas insubordinadas no português: forma e função

Processo: 16/05224-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2016 - 31 de julho de 2018
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Linguística - Teoria e Análise Lingüística
Pesquisador responsável:Flavia Bezerra de Menezes Hirata Vale
Beneficiário:Flavia Bezerra de Menezes Hirata Vale
Instituição-sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Funcionalismo  Insubordinação 

Resumo

O objetivo deste projeto é descrever e analisar os usos de construções insubordinadas no português do Brasil e de Portugal, mais especificamente de construções completivas insubordinadas, a partir das reflexões teóricas desenvolvidas particularmente por Evans (2007, 2009), Mithun (2008), Gras (2011, 2013), Verstraete, D'Hertefelt, Van Linden (2012), Van Linden e Van de Velde (2014), D'Hertefelt, (2014, 2015), Sansiñena (2015), Schwenter (no prelo) entre outros. Insubordinação é o processo pelo qual construções que apresentam uma marca qualquer de subordinação, como a conjunção completiva que, passam a ser usadas independentemente, sem que estejam conectadas a uma oração principal. Serão estabelecidos os contextos discursivos nos quais essas construções são usadas, bem como suas características formais e funcionais. Com este projeto espera-se chegar a um tratamento mais sistemático das construções completivas no português, além de contribuir com os trabalhos de tipologia que tratam do fenômeno da insubordinação, com a comparação entre as completivas no português e do espanhol (Sansinena, 2015 entre outros) (AU)