| Processo: | 15/14721-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal |
| Pesquisador responsável: | Aline Magalhães Ambrósio |
| Beneficiário: | Aline Magalhães Ambrósio |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Ana Carolina Brandão de Campos Fonseca Pinto ; Denise Tabacchi Fantoni |
| Assunto(s): | Anestesiologia Bioimpedância Respiração artificial Cães |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anestesia intravenosa total | bioimpedância | Cães | Recrutamento Alveolar | ventilação mecânica | Anestesiologia |
Resumo
A ventilação mecânica pulmonar protetora preconizada atualmente, na qual se utiliza baixos volumes correntes (4 a 6 ml/kg), associada às manobras de recrutamento alveolar e administração da pressão positiva no final da expiração (PEEP), com o intuito de manter os alvéolos abertos, devem ser continuamente monitoradas. Estas manobras quando utilizadas de maneira inadequada podem contribuir para a formação de atelectasias, barotrauma, volutrauma e até mesmo atelectrauma; sendo de suma importância a sua monitoração. A tomografia computadorizada (TC) é o método padrão ouro para avaliação da função pulmonar, porém , não é possível de ser realizada durante o procedimento anestésico-cirúrgico ou a beira do leito em pacientes da unidade de terapia intensiv (UTI). Sendo assim, uma nova técnica, a tomografia por impedância elétrica vem sendo estudada. O seu funcionamento se dá por emissão de corrente elétrica de baixa frequência e intensidade nos tecidos, administrada por uma cinta de 18 ou 32 eletrodos posicionada ao redor do tórax, entre o 1o e 5o espaço intercostal. Esta não emite radiação, não havendo risco de contaminação do paciente e da equipe cirúrgica. O equipamento tem menor custo quando comparado ao equipamento utilizado para a realização de tomografia de tórax convencional, além de ser de mais fácil manuseio por ser menor, podendo, dessa forma, ser utilizado no período transcirúrgico e a beira leito. Essa técnica vem sendo recentemente empregada com êxito nas áreas de pneumologia e anestesiologia humana e na área experimental em animais da espécie suína. Nas espécie canina faltam estudos para melhor avaliação da ventilação durante a anestesia. (AU)
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