| Processo: | 16/01917-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Ana Claudia Trocoli Torrecilhas |
| Beneficiário: | Ana Claudia Trocoli Torrecilhas |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Diadema |
| Assunto(s): | Parasitologia Vesículas extracelulares Trypanosoma cruzi Macrófagos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Macrófagos | Trypanosoma cruzi | vesículas extracelulares | Parasitologia |
Resumo
Formas infectivas do Trypanosoma cruzi, o causador da Doença de Chagas, liberam vesículas ricas em glicoproteínas que quando injetadas em camundongos modulam a infecção pelo parasita. As vesículas liberadas por tripomastigotas da cepa Y aumentam o parasitismo, porque causam inflamação dos tecidos do coração através da ação de TNF-±, IL-12 e NO. Nogueira et al (2015) mostrou que as vesículas isoladas das cepas YuYu e CL-14, como as da cepa Y, induziram a produção de NO, TNF-± e IL-6 via TLR2 uma vez que não ocorreu em macrófagos provenientes de animais nocaute para TLR2. Já vesículas da cepa Colombiana induziram níveis abaixo do limiar de detecção destas citocinas pró-inflamatórias e de NO. As vesículas de todas as cepas analisadas ativaram as vias de sinalização das MAPKs, porém esta ativação foi tardia na cepa Colombiana, explicando a baixa produção das citocinas pró-inflamatórias. Nossos resultados mostram que vesículas liberadas pelos tripomastigotas de diversos isolados levam ao estimulo celular em diferentes níveis via receptor TLR2, o que pode estar relacionado ao progresso da infecção em cada um dos diversos isolados. Com base nos dados obtidos pelo nosso grupo, o objetivo deste trabalho será compreender como as vesículas secretadas por macrófagos infectados pelo T. cruzi ativam o sistema imune e a inflamação. (AU)
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