| Processo: | 16/04921-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Alarcon Steiner |
| Beneficiário: | Alexandre Alarcon Steiner |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | André Fujita ; Francisco Garcia Soriano ; Thiago dos Santos Moreira |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/00849-0 - Avaliação hemodinâmica em ratos não anestesiados, BP.TT |
| Assunto(s): | Pressão sanguínea Cardiovascular Sepse Choque Inflamação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | choque | Inflamação | pressão arterial | sepse | Vasoconstricção | Cardiovascular |
Resumo
O choque séptico é visto como uma condição em que quedas na resistência vascular sistêmica (RVS) comprometem a pressão de perfusão tecidual. Neste projeto, resultados preliminares inesperados nos levam a questionar a aplicabilidade deste modelo à fase mais terminal do choque séptico. Levantamos a hipótese de que esta fase terminal está associada com uma mudança de perfil hemodinâmico, na qual a RVS (antes reduzida) passa a aumentar de forma brusca e descompensada. Propomos, ainda, que este aumento na RVS seja terminal por colocar o débito cardíaco (DC) em um ciclo vicioso de queda. Esta hipótese será testada em ratos empregando dois modelos de choque induzido por inflamação sistêmica: um modelo asséptico de endotoxemia e um modelo de peritonite séptica induzida por E. coli. Os experimentos iniciais terão como objetivo confirmar a reprodutibilidade do fenômeno no modelo de choque endotóxico, assim como a persistência do aumento terminal na RVS quando a expansão volêmica é empregada para favorecer um quadro hiperdinâmico. Em seguida, verificaremos a ocorrência do mesmo fenômeno no modelo de choque induzido por peritonite séptica. O teste de causalidade de Granger será empregado para averiguar se há relações entre séries temporais de RVS, DC e pressão arterial, e se estas relações são condizentes com o ciclo vicioso proposto. Em outros experimentos, investigaremos se vasodilatadores que revertem o aumento terminal na RVS são capazes de reduzir a mortalidade no modelo de choque endotóxico ou séptico. Medidas eletrofisiológicas também serão feitas com o intuito de averiguar se uma alteração no ganho dos barorreceptores poderia ser um fator deflagrador da elevação terminal na RVS. Por fim, para fortalecer o aspecto translacional da pesquisa, analisaremos de forma sistemática a possível ocorrência de elevações terminais na RVS em pacientes com choque séptico. (AU)
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