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Desenvolvimento de modelos de simulação para a tomada de decisões estratégicas no manejo de doenças de plantas

Processo: 16/13415-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2016 - 30 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Armando Bergamin Filho
Beneficiário:Armando Bergamin Filho
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Pesq. associados: Alice Kazuko Inoue Nagata ; Jorge Alberto Marques Rezende ; José Belasque Junior ; Laetitia Willocquet ; Lilian Amorim ; Serge Savary
Assunto(s):Doenças de plantas  Manejo e tratos culturais  Controle fitossanitário  Simulação por computador  Tomada de decisão 

Resumo

O manejo de doenças de plantas inclui dois tipos de decisão: a decisão tática e a decisão estratégica. Decisões táticas são feitas durante a estação de crescimento da cultura e envolvem medidas de manejo de curto prazo; exemplo típico é se e quando pulverizar pesticida na plantação alvo. Uma vez que decisões táticas são tomadas durante a estação de crescimento da cultura, elas são frequentemente reativas e dependentes de informações obtidas no momento, como intensidade da doença e condições do ambiente. Decisões estratégicas, ao contrário, são proativas, feitas antes do plantio da cultura e frequentemente levam em consideração plantios sucessivos; a escolha da variedade quando do estabelecimento de uma cultura e a adoção do plantio direto, do vazio sanitário ou do manejo regional são decisões estratégicas típicas. Assim, decisões estratégicas têm implicações de longo prazo; na verdade, elas definem o contexto no qual as decisões táticas serão tomadas durante a estação de crescimento e nas estações subsequentes. Neste projeto nós tratamos de decisões estratégicas de manejo para três patossistemas importantes: ferrugem asiática da soja, begomovirose e crinivirose do tomateiro e huanglongbing dos citros. A avaliação, implementação e comparação de diferentes estratégias de manejo por meio de experimentação formal de campo é impossível principalmente porque o teste das opções de manejo envolve grandes áreas e longos períodos de tempo. Nós propomos o uso da análise de sistemas para estimar os efeitos de diferentes estratégias de manejo, principalmente porque essa abordagem permite extrapolar resultados para dimensões maiores de tempo e espaço. (AU)

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