| Processo: | 15/09309-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Nathalie Cella |
| Beneficiário: | Nathalie Cella |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Julia Pinheiro Chagas da Cunha |
| Assunto(s): | Transdução de sinais Glândulas mamárias Maspina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Glândula mamária | localização subcelular | maspina | receptor de EGF (EGFR) | Sinal de Localização Nuclear | sinalização celular | sinalização celular |
Resumo
Maspina (SERPINB5) é um gene supressor de tumor e metástase identificado no tecido mamário quando se buscava por genes que são menos expressos em tumores do que no órgão normal. Sabe-se hoje que essa proteína é expressa pela maioria dos epitélios. Maspina tem atividades biológicas diversas que incluem regulação da adesão, migração, proliferação e morte celular, controle da expressão gênica através da modulação da cromatina e regulação da resposta celular ao estresse oxidativo. Apesar das evidências indicarem maspina como supressor tumoral, estudos clínicos trouxeram controvérsias, pois a expressão dessa proteína está associada a um pior prognóstico em diferentes neoplasias. Novos estudos sugerem que a localização nuclear de maspina, em oposição à sua localização citoplasmática e nuclear, está associada a um bom prognóstico e à supressão tumoral. Esses dados tornam evidente a importância de se entender o papel de maspina na célula e como a sua localização subcelular é regulada. Além disso, é fundamental investigar a função de maspina e o mecanismo molecular subjacente em condições fisiológicas para assim compreender seus desvios nas neoplasias. Nosso grupo verificou que maspina é fosforilada na linhagem MCF-10A e observou que essa modificação pós-traducional está correlacionada à sua localização citoplasmática (Longhi & Cella 2012). Observamos que a fosforilação de maspina é regulada pela via do receptor do fator de crescimento epitelial (EGFR) e que essa fosforilação é imediatamente seguida pela translocação de maspina para o núcleo. In vivo, observamos que a expressão de maspina é restrita aos períodos de lactação e involução, sendo que a sua fosforilação só foi detectada na lactação (Longhi et al, 2016). Esses dados sugerem que a expressão e fosforilação de maspina são reguladas no desenvolvimento da glândula mamária e que essa proteína tem um papel na diferenciação da célula epitelial mamária. Esse projeto pretende aprofundar e ampliar esse estudo, através dos seguintes objetivos: (1) determinar os sítios de fosforilação de maspina através de espectrometria de massa; (2) determinar quais vias ativadas por EGFR regulam a fosforilação de maspina; (3) investigar a maquinaria molecular através da qual maspina transloca para o núcleo e (4) investigar o papel de maspina na morfogênese e função da glândula mamária in vitro e in vivo. (AU)
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