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The role of autophagy on the pathogenicity of Cryptococcus neoformans and as a potential drug target

Processo: 16/50185-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2016 - 30 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia
Convênio/Acordo: University of Melbourne
Proposta de Mobilidade: SPRINT - Projetos de pesquisa - Mobilidade
Pesquisador responsável:Marcelo Afonso Vallim
Beneficiário:Marcelo Afonso Vallim
Pesq. responsável no exterior: Alexander Idnurm
Instituição no exterior: University of Melbourne, Austrália
Instituição-sede: Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/04400-9 - O papel da autofagia no crescimento a alta temperatura (37°C) e virulência em Cryptococcus neorformans, AP.R
Assunto(s):Fungos  Cryptococcus neoformans  Fatores de virulência  Autofagia  Proteômica  Cooperação internacional 

Resumo

Os fungos Cryptococcus neoformans e C. gattii são patógenos que infectam os seres humanos com sistema imunológico comprometido ou não (respectivamente), matando, com isso, mais de 500.000 pessoas por ano. Há evidências que ambas as espécies têm suas origens no hemisfério sul, entretanto, o foco da pesquisa desses patógenos em países como Brasil e Austrália tem sido pouco abordado. Esta proposta tem o objetivo de embasar uma colaboração entre dois grupos de pesquisa, um da Universidade Federal de São Paulo e outro da Universidade de Melbourne. O tema que une os dois grupos e que ambos têm "expertise" é o estudo da autofagia em C. neoformans, o qual será desenvolvido e fortalecido por esta colaboração. As atividades planejadas incluem experimentos de proteômica para buscar os parceiros da proteína Ape4, e uma acurada avaliação do possível papel do gene ATG4 na viabilidade de C. neoformans. Além disso, corno parte das visitas programadas entre os pesquisadores a cada ano, está à ampliação das interações beneficiando cada Universidade e, ainda, nuclear a montagem de um consórcio de investigadores de países do hemisfério que estudam as espécies patogénicas de Cryptococcus. (AU)