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Hipertrofia do músculo esquelético em ratos com Diabetes Mellitus Tipo I

Processo: 16/15766-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2016 - 31 de maio de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Rui Curi
Beneficiário:Rui Curi
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados: Marco Aurélio Salomão Fortes
Bolsa(s) vinculada(s):18/06594-3 - Análise morfométrica dos músculos sóleo e EDL na hipertrofia muscular em ratos com Diabetes Mellitus tipo I, BP.TT
Assunto(s):Diabetes mellitus  Músculo esquelético  Hiperglicemia  Hipertrofia muscular  Sistema musculoesquelético 

Resumo

O estado diabético compromete a função do músculo esquelético causando miopatia e redução da massa muscular esquelética. O treinamento de força é prescrito como parte do tratamento do diabetes mellitus (DM) pois melhora o controle glicêmico além de promover aumento da massa muscular. Observamos previamente que a hipertrofia compensatória dos músculos sóleo e extensor digital longo (EDL), devido à sobrecarga funcional após 30 dias de DM induzido por estreptozotocina, é semelhante ao observado nos ratos controles. Contudo, as vias de sinalização envolvidas na ativação da síntese de proteínas foram diferentes entre os grupos. Assim, não está claro como os animais em estado diabético, que apresentam menor massa muscular, respondem de maneira semelhante aos controles à sobrecarga funcional. Nesse estudo, avaliaremos a hipertrofia muscular induzida por sobrecarga funcional e os mecanismos intracelulares envolvidos, sinalização das vias de síntese e degradação de proteínas, autofagia e estresse de retículo endoplasmático, concomitante ao estabelecimento do estado diabético em ratos. Os experimentos serão realizados nos músculos com predominância de fibras oxidativas (sóleo) ou glicolíticas (EDL). Serão avaliadas alterações nas vias de síntese e degradação de proteínas (marcadores moleculares proteicos: Akt, rpS6, AMPK e 4EBP-1, total e fosforilada (p-Akt (Thr473), p-rpS6 (ser240/244), p-AMPK (Thr172), p-4EBP-1 (Thr37/46), MuRF-1 e Atrogina-1 e de RNA: FAK (focal adhesion kinase), Wnt7a, , axina2, miostatina, folistatina, IGF-1 (insulin-like growth factor), MG53 (mitsugumin 53) e ²-catenina, vias autofágicas (marcadores moleculares proteicos: LC3 (light chain 3 protein), Beclin1, Atg7 (autophagy-related protein 7), p62 (p62 - Proteína SQSTM1 -Sequestosome 1), ULK1 (Unc-51-like kinase 1) e p-ULK1 e da resposta à proteína mal-dobradas (PDI (protein disulfide isomerase), BiP (binding immunoglobulin protein), CHOP (CCAAT/enhancer binding protein - C/EBP) homologous protein), EiF2± (eukaryotic initiation factor 2±) e p-EiF2± e de RNA: CHOP, BiP, XBP1 (X-box binding protein 1), IRE1± (inositol-requiring enzyme 1 alpha), PERK (protein kinase R-like ER protein kinase) e ATF6 (activating transcription factor 6) sete dias após indução da hipertrofia por ablação do músculo tibial e tenotomia do músculo gastrocnêmio. O objetivo é determinar vias de sinalização envolvidas na síntese e degradação de proteínas, de autofagia ou estresse de retículo endoplasmático que podem preservar ou reduzir a perda de massa muscular no estado diabético. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Alteração em célula de defesa torna obesos e diabéticos mais suscetíveis a infecções 

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
M.M. ANTUNES; C.B. DE ALMEIDA-SOUZA; G. GODOY; A.R. CRISMA; L.N. MASI; R. CURI; R.B. BAZOTTE. Adipose tissue is less responsive to food restriction anti-inflammatory effects than liver, muscle, and brain in mice. Brazilian Journal of Medical and Biological Research, v. 52, n. 1, p. -, 2019.
TATAGIBA KUWABARA, WILSON MITSUO; FUKUSAWA YOKOTA, CAROLINE NAOMI; CURI, RUI; ALBA-LOUREIRO, TATIANA CAROLINA. Obesity and Type 2 Diabetes mellitus induce lipopolysaccharide tolerance in rat neutrophils. SCIENTIFIC REPORTS, v. 8, DEC 3 2018. Citações Web of Science: 1.

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