| Processo: | 16/15032-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos |
| Pesquisador responsável: | Ivone Regina de Oliveira |
| Beneficiário: | Ivone Regina de Oliveira |
| Instituição Sede: | Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento (IP&D). Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP). São José dos Campos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José dos Campos |
| Pesquisadores associados: | Larissa Moreira Spinola de Castro Raucci ; Luana Marotta Reis de Vasconcellos ; Paulo Tambasco de Oliveira |
| Assunto(s): | Propriedades físico-químicas Biomateriais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biomaterial | Cimento de aluminato de cálcio | propriedades físico-químicas | testes in vitro | testes in vivo | Biomateriais |
Resumo
O aluminato de cálcio como biomaterial tem sido avaliado por mais de duas décadas com relação as suas propriedades físicas, mecânicas e de biocompatibilidade. Os materiais a base de aluminato de cálcio exibem, devido suas características únicas de cura/endurecimento e microestrutura, um grande potencial como biomaterial. Estudos relatam aplicação dos cimentos de aluminato na ortopedia para reparo de defeitos ósseos devido a sua composição e coeficiente de expansão térmica bastante semelhante ao do osso humano. A pesquisadora responsável por esse projeto tem contribuído com esses estudos por meio do desenvolvimento dos projetos FAPESP (2009/17451-0; 2013/22502-8); patente concedida (carta patente PI0704502-6) "Composição à base de cimento aluminoso para aplicação em endodontia e produto cimentício obtido" e artigos técnicos. Blendas de CAC contendo 4 %-p dos diferentes compostos, com exceção de colágeno e quitosana, resultaram em amostras com alta resistência mecânica (similar ao PMMA). Além disso, as composições se mostraram bioativas quando em contato com fluido corporal simulado, sendo que a composição CAC-15%ZnO:10%Bi2O3 também apresenta radiopacidade adequada para propósitos clínicos. Resultados preliminares in vitro também avaliaram a viabilidade de células osteoblásticas quando em contato com as blendas apontando resultados promissores principalmente para as amostras contendo zircônia, colágeno e óxido de zinco. Estudos com composição a base de CAC contendo 10%-p CaCl2 (CAC+) apoiaram a aquisição do fenótipo de células osteogénicas em vitro, tornando este novo material uma alternativa potencial em procedimentos endodônticos. Entretanto, estudos in vivo são necessários para verificar se o efeito benéfico in vitro do CAC+ em células osteoblásticas correspondem a um aumento e/ou aceleração da reparação óssea na região periapical. Dentro deste contexto, o presente projeto propõe a continuação desses estudos por meio de ensaios físico-químicos complementares, ensaios in vitro e in vivo que ainda se fazem necessários para avaliação quanto à eficiência de composições a base de CAC no reparo e regeneração do tecido ósseo, quando comparado ao PMMA. (AU)
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