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Bem-estar e gastos domiciliares no Brasil: uma análise semiparamétrica usando dados de painel

Processo: 16/17566-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2016 - 30 de novembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Economia - Economia do Bem-estar Social
Pesquisador responsável:Alexandre Nunes de Almeida
Beneficiário:Alexandre Nunes de Almeida
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Orçamento doméstico  Perfil de consumo  Transferência de renda  Programas sociais  Estimação semiparamétrica 

Resumo

O objetivo dessa pesquisa é analisar as mudanças nos padrões de consumo das famílias no Brasil ao longo do tempo usando modelos semiparamétricos. É fato que a parcela dos gastos alimentares, principalmente nas famílias de baixa renda, tem um peso substancial nos gastos totais, merecendo atenção especial. A Lei de Engel sugere que com o aumento da renda, a parcela do orçamento familiar despendida com alimentos diminui. Determinar empiricamente o formato da curva de Engel para os domicílios no Brasil é de alta relevância para análises dos impactos das políticas públicas, tanto aquelas diretamente focadas na redução da pobreza (Bolsa Família, por exemplo), quanto as de caráter setorial (redução nos preços de alimentos, por exemplo). A maioria dos estudos empíricos tem usado especificações paramétricas para as relações entre a parcela despendida com itens alimentícios e o gasto domiciliar total. O uso de modelos de regressão não paramétricos ou semiparamétricos apresenta um avanço importante, porque permite verificar se a função está adequadamente especificada de acordo com a natureza dos dados. Este trabalho propõe a estimação dessas regressões usando dados de um pseudo-painel construído a partir das Pesquisas de Orçamentos Familiares do IBGE para os anos de 1987/88, 1995/96, 2002/03 e 2008/09. O período estudado permitirá avaliar as consequências da inflação alta inicialmente, abertura da economia, com consequente ampliação do espectro de bens disponíveis, estabilidade de preços em geral, a queda nos preços de alimentos, a redução da desigualdade de renda, e os programas sociais implementados no país. (AU)

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