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Avaliação de status redox, resposta inflamatória, telômeros e expressão gênica em anestesiologistas

Processo: 16/15559-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2016 - 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Mariana Gobbo Braz
Beneficiário:Mariana Gobbo Braz
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Pesq. associados: Chung-Yen Chen ; Leandro Gobbo Braz
Assunto(s):Estresse oxidativo  Telômero  Anestesiologia  Expressão gênica  Inflamação  Exposição ocupacional  Anestésicos inalatórios 

Resumo

Para melhor compreender e tentar elucidar os possíveis mecanismos de indução de instabilidade genômica em profissionais ocupacionalmente expostos aos resíduos de gases anestésicos mais utilizados atualmente (resultados de Auxílio FAPESP 2013/05084-8), o presente estudo tem como objetivo avaliar o estresse oxidativo, a resposta inflamatória, a expressão de genes relacionados e o comprimento de telômeros em anestesiologistas. O estudo será realizado no Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP, em 60 médicos, sendo 30 anestesiologistas expostos ocupacionalmente aos resíduos de gases anestésicos isoflurano, sevoflurano, desflurano e óxido nitroso e 30 sem exposição, os quais serão pareados por idade, sexo e estilo de vida. Para avaliação do estresse oxidativo, analisar-se-ão os danos oxidativos sistêmicos no genoma, a peroxidação lipídica, a capacidade antioxidante total (TAP), os metabólitos de óxido nítrico e os vários antioxidantes lipofílicos individuais, além de homocisteína e folato. A resposta inflamatória será avaliada por citocinas pró-inflamatórias (IL-6, IL-8 e IL-17), pela determinação de proteína C reativa de alta sensibilidade e das enzimas hepáticas alanina transaminase (ALT) e aspartato transaminase (AST). A expressão de dois genes de reparo de danos oxidativos no DNA (hOGG1 e XRCC1) e três relacionados à inflamação (IL-6, IL-8 e IL-17), além da determinação do comprimento dos telômeros, serão avaliados por PCR quantitativo em tempo real (qPCR). Ressalta-se que parte das metodologias de estresse oxidativo serão realizadas em parceria (já estabelecida) com o Human Nutrition Research Center on Aging, na Tufts University (Boston, EUA). (AU)