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Uso de vacinas comerciais para circovírus suíno 2 em granja convencional: impacto sobre parâmetros produtivos, carga viral, frequência de co-agente e taxa de mutação de circovírus suíno 2

Processo: 15/07994-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2016 - 30 de abril de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Alessandra Marnie Martins Gomes de Castro
Beneficiário:Alessandra Marnie Martins Gomes de Castro
Instituição-sede: Pró-Reitoria de Pós-Graduação. Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (UniFMU). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Carga viral  Sanidade  Virologia veterinária 

Resumo

O circovírus suíno 2 é o agente causal primário de várias síndromes que coletivamente são designadas circovirose no Brasil. Mundialmente, este vírus é responsável por enormes prejuízos econômicos e assume-se que a prevenção é um ponto fundamental na luta contra os prejuízos desencadeados pelo PCV2. Anteriormente ao desenvolvimento de vacinas contra PCV2, medidas de controle focavam-se na minimização e/ou eliminação dos fatores de riscos envolvidos na sua progressão. Atualmente, há várias vacinas comerciais disponíveis, as quais algumas delas são comercializadas no Brasil desde 2008. Estudos realizados em outros países demonstraram as vacinas conferiram imunidade contra os dois genótipos comumente encontrados (PCV2b e PCV2a), reduzem drasticamente a mortalidade e aumentam o desempenho dos animais infectados. O presente projeto tem como objetivo verificar o impacto da introdução de três vacinas comerciais em granja positiva para o PCV2. Quatrocentos animais com 14 ± 2 dias de idade serão selecionados, identificados e distribuídos em um dos quatro grupos experimental (A, B, C e controle). A vacina será administrada aos 21 ± 2 dias de idade e amostras de sangue e suabe fecal serão coletadas de 20 animais de cada grupo (A, B, C e controle) uma semana antes da vacinação (DPV-7), no dia da vacinação (DPV0), a cada 14 dias de até os animais atingirem D56 e, posteriormente, a cada 21 ou 28 dias (dependerá do peso de abate da granja) até o final do experimento. Os animais serão pesados conforme o manejo da granja, sendo no mínimo três pesagens durante o período, com a primeira ao DPV0. As amostras serão submetidas à reação em cadeia pela polimerase quantitativa (PCRq) (soro e fezes) e ELISA indireto com anticorpo de captura (soro) para PCV2. Adicionalmente, amostras serão sequenciadas para comparar a taxa de mutação entre grupos vacinados e o grupo não vacinado. (AU)