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Avaliação da inflamação, estresse oxidativo e fluxo sanguíneo digital no desenvolvimento da laminite em ovinos com acidose ruminal subaguda

Resumo

Considerando as implicações da acidose ruminal subaguda (ARS) e da laminite sobre o bem-estar e índices produtivos de ruminantes, adicionada à deficiência de informações sobre o estado inflamatório sistêmico desses distúrbios, este estudo tem por objetivo avaliar as relações entre as concentrações sanguíneas de agentes envolvidos na resposta inflamatória de fase aguda e no desencadeamento da laminite. Serão utilizadas oito ovelhas adultas, da raça Santa Inês, divididas em grupo tratado (GT, cinco animais, que receberão alta porcentagem de concentrado na dieta) e grupo controle (GC, três animais, alimentados com feno). Para a indução da ARS, as ovelhas do GT receberão dieta na qual serão incluídos ao volumoso, diariamente, 10% de alimento concentrado farelado até completar 80%, porcentagem a ser mantida até completar 30 dias experimentais. A acidose metabólica será avaliada pelo pH do fluido ruminal, fezes e urina, além da hemogasometria arterial. No soro sanguíneo, serão determinados os níveis de LPS, histamina, citocinas pró-inflamatórias (fator de necrose tumoral alfa e interleucina 1 beta), proteínas de fase aguda (soro amilóide A e proteína ligadora de LPS), estresse oxidativo, metaloproteinases 2 e 9 e seus inibidores. O fluxo sanguíneo dos dígitos será estudado por ultrassonografia Doppler espectral das artérias digitais e por termografia infravermelha da região podal. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: