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Mecanismos fisiológicos envolvidos na cicatrização cutânea após tratamento com mentol em ratos diabéticos e não-diabéticos

Processo: 16/13307-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2017 - 28 de fevereiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Ariane Leite Rozza
Beneficiário:Ariane Leite Rozza
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Pesq. associados:Claudia Helena Pellizzon
Assunto(s):Pele  Cicatrização  Produtos naturais  Mentol  Diabetes mellitus 

Resumo

A perda da integridade da pele devido a injúrias resulta na formação de feridas. Em resposta a essas injúrias, inicia-se a cicatrização, processo dinâmico que reestabelece a função e a integridade do tecido. Tal processo é dividido em três fases sobrepostas: fase inflamatória, cujos principais eventos são a hemostasia e a inflamação, fase proliferativa, na qual há a formação do tecido de granulação, e fase de remodelamento da matriz extracelular. O terpeno mentol apresenta efeito anti-nociceptivo, anestésico local e antimicrobiano e tem sido relacionado à redução da glicemia e obesidade e prevenção da diabetes. O presente projeto tem por objetivos elucidar os mecanismos fisiológicos disparados no processo de cicatrização de feridas cutâneas sob o efeito do mentol, em ratos não-diabéticos e diabéticos. Após anestesia, a ferida de 2 cm de diâmetro será induzida na região dorsal de ratos Wistar machos. Os ratos serão randomicamente divididos nos grupos de tratamento: creme base, colagenase, creme de mentol a 0.25%, 0.5% ou 1.0% e grupo branco. Tais lesões serão tratadas e medidas uma vez por dia durante 3, 7 ou 14 dias (de acordo com as fases da cicatrização). A diabetes será induzida por estreptozotocina em outro grupo de ratos que, após instalação da ferida, serão tratados com creme base, creme à base de insulina (0.5 U/g) e creme à base de mentol (menor concentração efetiva) durante 14 dias. Após eutanásia, as feridas serão destinadas a análises histológicas, histomorfométricas e imunohistoquímicas, além de análises de atividade anti-inflamatória, antioxidante e análises de expressão gênica e proteica e atividade de metaloproteinases. O plasma sanguíneo será destinado a análises de marcadores de disfunção hepática e renal, além de análises histopatológicas em órgãos específicos. (AU)

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