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Plantas espontâneas em pastagem: Potencial forrageiro e sua contribuição para sustentabilidade dos sistemas de produção

Resumo

Plantas que espontâneas existentes em pastagens, embora descritas como plantas daninhas ou invasoras, ocupam um nicho específico neste ecossistema e devem ser estudadas procurando-se elucidar os benefícios que podem trazer ao meio em que estão presentes através da ciclagem de nutrientes via parte aérea e raízes, bem como pelo seu potencial forrageiro para alimentação animal. Este trabalho tem como objetivo avaliar esta contribuição conhecendo-se composição química e capacidade de extração de nutrientes do solo por essas plantas e pelo seu valor nutritivo. O experimento será conduzido em casa de vegetação no Instituto de Zootecnia em Nova Odessa, SP e serão avaliadas cinco plantas: gramínea forrageira (Brachiaria decumbens cv. Ipean), leguminosa forrageira (Macrotyloma axillarie NO 279) e três plantas espontâneas (Bidens pilosa, Sida rhombifolia e Amaranthus viridis) nas fases de crescimento vegetativo e reprodutivo, estabelecidas com o corte das plantas e destruição dos vasos, realizado em cada uma dessas fases, respectivamente. O delineamento será de blocos completos casualizados em esquema fatorial 5 x 2 (cinco plantas e dois cortes), com quatro repetições totalizando 40 unidades experimentais (40 vasos). Em cada corte a parte aérea das plantas será separada nas frações colmo ou ramos e folhas com determinação da área foliar através aparelho integrador de área foliar LI 3100, coleta de solo para análise química e a separação do sistema radicular. Será determinada a massa seca de cada componente da planta (parte aérea e raízes) bem como sua composição em macronutrientes (N, P, K, Ca, Mg e S). Nas folhas serão realizadas também a análise bromatológica (proteína bruta, fibra em detergente neutro, fibra em detergente ácido, lignina), digestibilidade in vitro da MS. (AU)