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Modelos de população estelar teóricos vs. semi-empíricos: um experimento controlado

Processo: 17/02375-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisador Visitante - Internacional
Vigência: 03 de julho de 2017 - 02 de agosto de 2017
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astrofísica Extragaláctica
Pesquisador responsável:Paula Rodrigues Teixeira Coelho
Beneficiário:Paula Rodrigues Teixeira Coelho
Pesquisador visitante: Gustavo Ramon Bruzual Alfonzo
Inst. do pesquisador visitante: Universidad Nacional Autónoma de México, Morelia (UNAM), México
Instituição-sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Populações estelares  Biblioteca de espectros estelares  Intercâmbio de pesquisadores 

Resumo

Modelos de Síntese de Populações Estelar (SPE) são de valor inestimável à Astrofísica Extragaláctica moderna. Tais modelos fornecem os meios para extrairmos parâmetros tais como massa estelar, idade média, história da formação estelar, história de enriquecimento químico e quantidade de poeira em galáxias a partir de suas distribuições energia espectral, cores ou espectros integrados. Mas uma preocupação comum ao usar esses modelos para interpretar observações é que "eles não vêm com barras de erro". Em outras palavras, nós não compreendemos totalmente a acurácia e precisão com que nossos modelos atuais podem ser usados. Uma das fontes de incerteza que não foi devidamente estudada até o momento refere-se ao impacto da utilização de uma biblioteca de fluxos estelares empírica versus uma biblioteca estelar teórica para construir os modelos de SPE. Nesta proposta de um mês de visita ao IAG/USP, serão realizadas experiências para comparar como as qualidades e limitações de bibliotecas empíricas versus teóricas impactam as propriedades integradas de modelos de SPE. Em particular, será possível responder às seguintes perguntas:(1) Como as incertezas já identificadas em bibliotecas estelares teóricas afetarão cores e índices espectrais integrados em modelos de população estelar? (2) Como a cobertura não uniforme do diagrama HR por bibliotecas empíricas impactam as propriedades integradas de populações estelares?, e (3) Como incertezas aleatórias nos parâmetros atmosféricos irão afetar as previsões de modelos de SPE? Adicionalmente, em paralelo às atividades de pesquisa, um colóquio sobre Modelagem de Populações Estelares e atividades de discussão serão oferecidas aos alunos do programa de pós-graduação em Astronomia. Essas atividades vão proporcionar aos alunos a oportunidade de aprender métodos e conceitos sobre este importante campo da Astrofísica Extragaláctica. (AU)

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