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Mecanismos envolvidos na proliferação vascular presente nas fases avançadas da retinopatia isquêmica: um estudo in vivo e in vitro

Processo: 16/16655-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2017 - 29 de fevereiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Jacqueline Mendonça Lopes de Faria
Beneficiário:Jacqueline Mendonça Lopes de Faria
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):17/17385-3 - Mecanismos envolvidos na proliferação vascular presente nas fases avançadas da retinopatia isquêmica um estudo in vivo e in vitro, BP.TT
Assunto(s):Oftalmologia  Proteínas quinases ativadas por AMP  Terapia baseada em transplante de células e tecidos  Retinopatia diabética 

Resumo

A retinopatia proliferativa é uma causa comum de perda irreversível da visão em condições de retinopatia isquêmica como retinopatia diabética avançada, oclusão de veia da retina e retinopatia da prematuridade. Ainda atualmente, o tratamento dessas entidades incluem pan-fotocoagulação a laser da retina que destroem áreas de retina neural com intuito de reduzir a demanda metabólica aliviando a isquemia da retina. Injeções intravítreas de anti-VEGF também são utilizadas porém com efeito terapêutico de curta duração. Para desenvolvermos novas modalidades terapêuticas, é necessário o melhor entendimento dos mecanismos envolvidos no início e progressão da neovascularização da retinopatia isquêmica. O presente projeto pretende avaliar os mecanismos moleculares e celulares envolvidos desde a quebra das barreiras endoteliais e epiteliais que precedem a proliferação vascular até as fases vascular e fibrovascular da angiogênese "patológica" em condições de isquemia, com massiva transformação mesenquimal de células epiteliais, vasculares e gliais. Neste projeto, o modelo animal (ratos Wistar) de retinopatia induzida pelo oxigênio (RIO) com exuberantes formas neovasculares semelhantes às presentes na retinopatia diabética proliferativa será utilizada. Este será um estudo intervencionista, utilizando 2 modalidades terapêuticas distintas em 3 momentos distintos na progressão da retinopatia proliferativa. As vias mecanísticas serão acessadas através de estudos in vitro utilizando tipos celulares como células humanas do epitélio pigmentado da retina (ARPE-19) e células endoteliais primárias de v. umbilical (HVECs). Desta forma, através do aprofundamento no entendimento dos mecanismos celulares e moleculares básicos presentes na retinopatia isquêmica poderemos avaliar novas alternativas terapêuticas não invasivas para o tratamento desse quadro ocular irreversível. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Treinamento Técnico (TT-3) em Biologia Molecular com Bolsa da FAPESP 
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