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Cartografia dos usos do território na região metropolitana de Campinas (SP): aportes para o planejamento e a gestão territorial

Processo: 16/21125-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2017 - 31 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Geografia - Geografia Humana
Pesquisador responsável:Lindon Fonseca Matias
Beneficiário:Lindon Fonseca Matias
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IG). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/04249-7 - Mapeamento das políticas públicas de base territorial na Região Metropolitana de Campinas (SP), BP.TT
18/03345-2 - Compilação e compatibilização da base cartográfica digital da região Metropolitana de Campinas (SP), BP.TT
17/07478-4 - Mapeamento das políticas públicas de base territorial na Região Metropolitana de Campinas (SP), BP.TT
17/07496-2 - Compilação e compatibilização da base cartográfica digital da Região Metropolitana de Campinas (SP), BP.TT
Assunto(s):Região metropolitana  Geotecnologias  Geoprocessamento  Planejamento territorial  Mapeamento geográfico  Território 

Resumo

A Região Metropolitana de Campinas (RMC) é composta por 20 municípios, possui uma extensão territorial de 3.792 km2 e constitui um dos espaços metropolitanos mais dinâmicos no território brasileiro, concentrando importantes atividades socioeconômicas. A região apresenta um processo de urbanização acentuado nas últimas décadas com taxa média acima de 97% e uma população maior que três milhões de habitantes. A configuração espacial dos usos do território, resultando dos vários processos com que transcorrem as relações sociais de produção nas diferentes localidades, como marca do desenvolvimento histórico desigual e combinado das relações capitalistas de produção desse espaço metropolitano, configuram diversificadas expressões na paisagem regional. Na busca da compreensão deste imbricado e contraditório processo faz-se necessário mapear e entender a configuração espacial resultante das diversas estratégias dos agentes hegemônicos produtores do espaço geográfico na condução de políticas públicas e/ou ações privadas visando à apropriação do espaço metropolitano de acordo com as necessidades do processo geral de reprodução do capital, o que ocorre em meio da degradação da qualidade de vida de parte da população e das características socioambientais na região. Este projeto tem como principal objetivo analisar o processo de produção do espaço metropolitano na RMC por meio do estudo da configuração espacial resultante dos usos do território, utilizando geotecnologias como suporte técnico, a representação coremática associada à semiologia gráfica e a teoria social crítica como aportes teóricos, visando com isso contribuir com ações de planejamento e gestão territorial na região metropolitana que sejam mais eficientes do ponto de vista da equidade social pretendida. (AU)