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EMU concedido no processo 2015/15402-2: equipamento de ecocardiograma

Processo: 17/03708-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa Equipamentos Multiusuários
Vigência: 01 de abril de 2017 - 31 de março de 2024
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Otávio Rizzi Coelho-Filho
Beneficiário:Otávio Rizzi Coelho-Filho
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/15402-2 - Caracterização da fibrose intersticial e da hipertrofia dos cardiomiócitos pela ressonância magnética cardíaca: implicações no remodelamento precoce e na transição para insuficiência cardíaca, AP.JP
Assunto(s):Cardiologia  Insuficiência cardíaca  Ressonância magnética  Ecocardiografia  Fibrose  Hipertrofia  Equipamentos e provisões  Laboratórios multiusuários  Equipamentos multiusuários 
Página web do EMU: Página do Equipamento Multiusuário não informada
Agendamento de uso: E-mail de agendamento não informado

Resumo

A hipertrofia miocárdica é um achado comum em reposta a estímulos fisiológicos e patológicos, sendo caracterizada pela combinação em níveis distintos da hipertrofia celular dos cardiomiócitos e da expansão da matriz extra celular no miocárdio, constituída principalmente pela fibrose intersticial e pelo acúmulo de colágeno no espaço entre os cardiomiócitos. Em modelos animais de insuficiência cardíaca (IC), a hipertrofia dos cardiomiócitos é um acontecimento precoce no complexo processo de modelamento do músculo cardíaco, presente mesmo antes da hipertrofia ventricular esquerda (HVE), da fibrose intersticial e da disfunção ventricular esquerda com IC clinicamente manifesta. Tanto a fibrose intersticial como hipertrofia dos cardiomiócitos estão invariavelmente presentes em pacientes com miocardiopatia dilatada, sendo que desses achados fenotípicos, particularmente a extensão da fibrose, possui associação não apenas com disfunção ventricular avançada, como também com prognóstico desfavorável assim como como resposta a terapêutica limitada ou ausente. Apesar de diversos estudos experimentais em modelos animais mostrarem que ambos a fibrose intersticial e a hipertrofia celular desempenham papéis importante na fisiopatogene da IC, métodos de imagem não invasivo atuais não são capazes de capturar o remodelamento tecidual miocárdico ao nível celular, que emerge como um biomarcador tecidual promissor para investigar fenótipos teciduais no músculo cardíaca de humanos. Recentemente o nosso grupo descreveu e validou uma nova metodologia para investigação do remodelamento miocárdico a nível celular pela ressonância magnética cardíaca (RMC), com a avaliação da fibrose intersticial (FVEC) e do tamanho dos cardiomiócitos (TVIMA). No presente estudo pretendemos investigar diversos aspectos do remodelamento miocárdico, especificamente a fibrose intersticial e a hipertrofia dos cardiomiócitos, utilizando novas técnicas oriundas da RMC, com foco nas possíveis aplicações diagnósticas e terapêuticas. (AU)