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Resposta tecidual em defeito circular de tamanho crítico na calvária de ratos tratado com vidro bioativo contendo Nb2O5: estudo in vitro e in vivo

Processo: 16/24372-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2017 - 31 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia
Pesquisador responsável:Jose Angelo Camilli
Beneficiário:Jose Angelo Camilli
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Pesq. associados:Celso Aparecido Bertran ; João Henrique Lopes
Assunto(s):Técnicas in vitro  Nióbio  In vivo  Biomateriais 

Resumo

Introdução: A introdução do nióbio (Nb2O5) na rede de vidros bioativos vem se mostrando uma solução para melhora de suas propriedades mecânicas e estudos apontam que ela aumenta sua bioatividade, melhorando a capacidade de estimular a osteointegração de implantes. Os mecanismos pelos quais os vidros contendo óxido de nióbio atuam sobre as células ósseas e como eles influenciam o comportamento dessas células são ainda desconhecidos, bem como sua citotoxicidade local e sistêmica e seu potencial mutagênico. Objetivo: O objetivo do presente estudo será analisar as respostas locais e sistêmicas a implantes de vidros bioativos contendo óxido de nióbio em ratos, bem como, os efeitos da exposição de osteoblastos e células mesenquimais aos produtos solúveis destes vidros. Métodos: Serão desenvolvidos ensaios in vivo e in vitro. O ensaio in vivo constará da criação de um defeito crítico circular na calvária de ratos que será preenchido com os vidros teste na forma pó. A osteintegração será avaliada por meio de análise histomorfométrica. Moléculas sinalizadoras relacionadas a diferentes processos que ocorrem durante o reparo de fraturas serão quantificadas no plasma sanguíneo e no local do defeito ósseo por meio de Kits ELISA. Além disso, a citotoxicidade sistêmica do material será verificada por meio de análises histopatológicas de lâminas coradas por HE do fígado, rim e coração. O potencial mutagênico dos implantes será avaliado pelo teste do micronúcleo. Nos experimentos in vitro serão analisadas a diferenciação, maturação e mineralização da matriz extracelular de osteoblastos e células mesenquimais. (AU)