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Análise do papel da resposta imune inata e adaptativa na leucoplasia oral e leucoplasia verrucosa proliferativa

Processo: 17/01438-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2017 - 31 de outubro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Andreia Bufalino
Beneficiário:Andreia Bufalino
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Estomatologia  Carcinoma de células escamosas  Leucoplasia bucal  Leucoplasia pilosa  Imunidade inata  Imunidade adaptativa  Imuno-histoquímica 

Resumo

O carcinoma espinocelular (CEC) representa mais de 95% de todas as neoplasias malignas que acometem a cavidade oral e muitas vezes estes tumores são precedidos por alterações clínicas que apresentam um evidente potencial de transformação maligna, as quais são chamadas de desordens potencialmente malignas orais (DPMOs). Dentre estas a leucoplasia oral (LO) é a mais importante e possui taxa de transformação maligna que varia de 0,2% até 17,5%. Outra DPMO importante é a leucoplasia verrucosa proliferativa (LVP), que apresenta um comportamento persistente e progressivo para malignidade, com taxa de transformação maligna maior que 70%. Diferente da LO, os fator de risco como tabaco, álcool e noz de areca não parecem estar associados com o desenvolvimento da LVP. Adicionalmente, a LVP frequentemente apresenta resposta inadequada a todas as modalidades de tratamento, sofre rápida disseminação pelos sítios orais e muitas vezes demonstra recorrência. Estudos recentes e dados preliminares obtidos por nosso grupo, sugerem que o infiltrado inflamatório associado às lesões lecoplásicas de paciente com LVP está relacionado a etiologia e/ou comportamento clínico distintos da LO convencional. Assim, este estudo pretende realizar uma análise comparativa entre amostras de LO e LVP que consistem em: (1) avaliar a densidade e estado de ativação das células dendríticas, (2) avaliar a densidade e polarização de macrófagos M1 e M2, (3) avaliar a porcentagem e identificar os subtipos de linfócitos T auxiliares e estado de ativação de linfócitos T citotóxicos, e (4) determinar o efeito de produtos solúveis e/ou contato direto de células displásicas na modulação da imunidade inata e/ou adaptiva e se tal modulação confere uma vantagem para a progressão do tumor. (AU)