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Metais em sedimentos de reservatórios paulistas: subsídio à tomada de decisões através de abordagens geoestatística e ecotoxicológica

Processo: 16/24528-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2017 - 30 de abril de 2019
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária - Recursos Hídricos
Pesquisador responsável:Marcelo Luiz Martins Pompêo
Beneficiário:Marcelo Luiz Martins Pompêo
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Ana Lúcia Brandimarte ; Marisa Dantas Bitencourt Pereira ; Sheila Cardoso da Silva ; Viviane Moschini Carlos
Assunto(s):Geoestatística  Sedimentos  Cobre  Metais 

Resumo

O monitoramento e manejo de organismos aquáticos são fundamentais para garantir a sustentabilidade dos corpos de água doce, em particular dos reservatórios. No Brasil há normativas relacionadas à obrigatoriedade do monitoramento das cianobactérias e coliformes, mas não de macrófitas aquáticas, por exemplo. Cabe a um plano de monitoramento acompanhar as alterações na qualidade da água e do sedimento, e a um plano de manejo as ações práticas necessárias para que possam ser garantidas a qualidade dos usos atuais e futuros de um dado reservatório e a manutenção de seus serviços ecossistêmicos. Este projeto visa avaliar a heterogeneidade espacial horizontal das concentrações de metais no sedimento superficial de alguns reservatórios paulistas, em especial do cobre, bem como seu estoque total no sedimento, sob as premissas da geoestatística. Para tanto, serão levantados o mapa batimétrico e as grandezas morfométricas dos reservatórios estudados (Guarapiranga, braço Rio Grande - Complexo Billings, Itupararanga, Broa e Paiva Castro). Posteriormente, trabalhando em ambiente SIG, com base nas concentrações determinadas, agora apoiado na ecotoxicologia, serão desenvolvidos critérios que permitirão passar do quantitativo ao qualitativo e espacialmente definir zonas de distintas qualidades do sedimento, baseado em diferentes potenciais de toxicidade para a biota. Espera-se diferenças entre os reservatórios e sua biota (o fitoplâncton e o zooplâncton também estudados), decorrente das significativas quantidades de sulfato de cobre e de peróxido de hidrogênio aplicados nos reservatórios Rio Grande e Guarapiranga, em comparação com os demais. Os dados levantados também subsidiarão as discussões a cerca do processo de gestão da qualidade da água, em particular pelo emprego dos algicidas, agora referendado pela Resolução Conama 467, publicada em 2015, que disciplina o emprego de processos físicos, químicos e biológicos, como o uso de algicidas, para o controle do crescimento desordenado ou indesejável de organismos da flora e da fauna e dá outras providências. (AU)

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