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Desenvolvimento de uma máquina extratora de suco de laranja comercial

Processo: 16/03838-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de junho de 2017 - 28 de fevereiro de 2018
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Mecânica - Projetos de Máquinas
Pesquisador responsável:José Carlos de Jesus Bertacini
Beneficiário:José Carlos de Jesus Bertacini
Empresa:Jose Carlos de Jesus Bertacini - ME
Município: São Carlos
Bolsa(s) vinculada(s):17/13514-3 - Desenvolvimento de uma máquina extratora de suco de laranja comercial, BP.PIPE
Assunto(s):Máquinas agrícolas  Indústria de bebidas  Sucos de frutas  Laranja 

Resumo

Na década de 90, surgiu no Brasil uma inovação tecnológica no segmento de máquinas extratoras de suco de laranja. Enquanto as máquinas prevalecentes processavam milhares de toneladas de laranja em uma escala industrial, as novas extratoras poderiam trabalhar em escalas menores, oferecendo ao consumidor final um suco com características de um suco fresco. Estes equipamentos foram concebidos principalmente para serem utilizados em comércio varejista de alimentos, eliminando a distribuição problemática nos casos dos sucos industrializados, atendendo os consumidores que dão preferência a produtos in natura. Porém esses equipamentos apresentam limitações e deficiências que prejudicam o rendimento e o sabor do suco, e assim, as máquinas são retiradas dos comércios usuários, ocorrendo assim o fracasso econômico do investimento. Esse projeto visa analisar a viabilidade técnica de uma máquina extratora de suco de laranja de porte comercial que espreme as frutas ao contrário das máquinas disponíveis no mercado. Também será alvo de pesquisa a melhor posição para realizar o corte das frutas. Desse modo será buscada uma maior eficiência e também um produto final (suco) de melhor qualidade, uma vez que os flavonóides e limonóides presentes na casca e nas sementes não contaminarão o suco, prejudicando seu sabor. A eficiência do equipamento desenvolvido será avaliada através de um criterioso Planejamento de Experimentos (DOE) e exames laboratoriais microbiológicos e físico-químicos para garantir que o produto final preenche as exigências e está apto para ser comercializado. (AU)