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Implantação de uma unidade de obtenção de café tipo cappuccino dotado com cogumelo-Agaricus Blazei Murril

Resumo

O cogumelo "Agaricus Blazei Murril" foi descoberto na década de 60, pelo botânico e agricultor Takatochi Furomoto, no município de Piedade (SP), constatando que o cogumelo possuía propriedades medicinais. Estudos científicos recentes têm demonstrado que o Agaricus Blazei Murril ajuda nosso corpo a manter a homeostase, restaurando o balanço orgânico e a resistência natural às doenças. Além das propriedades citadas anteriormente, é rico em nutrientes como potássio, fósforo, manganês, ferro, cálcio, além de vitaminas do complexo (B (B1, B2, B6 e B12), C, D, E, H e K. Portanto, trata-se de um composto alimentar rico em vitaminas, proteínas e sais minerais cuja função é estimular a atividade das células do organismo. Basicamente, "Agaricus Blazei Murril" é composto de 40 a 45 % de proteínas, 38 a 45 % de carboidratos, 5 a 7% de fibras e 3 a 4 % de lipídios bruto. Consumindo os cogumelos "Agaricus Blazei Murril" todos podem ser beneficiados com o fortalecimento do seu sistema imunológico, obtendo longevidade e melhor qualidade de vida. Apesar das propriedades benéficas do "Agaricus Blazei Murril", o produto possui características organolépticas bastante fortes, as quais inibem e desfavorecem uma utilização ampla do cogumelo. Com base nesta propriedade a empresa Expansão Científica S.A - Indústria Farmacêutica procurou informações no mercado consumidor, visando incorporar o cogumelo em um produto com consumo diário e tradicional no Brasil. Dados bastante relevantes foram encontrados no consumo de café no Brasil, que cresceu quase 4% em 2005 e bateu recorde per capita. O consumo per capita no Brasil também apresenta forte ascensão: 2,5% no período, passando de 4,01 kg/habitante/ano para 4,11 kg. Com base nestas informações, foi estabelecido pela direção da Expansão Científica S.A. desenvolver em escala laboratorial no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares o processamento do cogumelo desidratado para incorporar, na forma de pó, ao café do tipo cappuccino e mais um aditivo inerte ao organismo humano, com propriedades de reduzir o teor de água na mistura. Após a realização da fase I, com recursos próprios, a fase II consiste na implantação de uma unidade de demonstração, desenvolvimento de embalagem, marca e sistema de comercialização para verificar a viabilidade técnica e econômica do empreendimento em escala industrial. (AU)