| Processo: | 17/08519-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Leandro Vieira dos Santos |
| Beneficiário: | Leandro Vieira dos Santos |
| Instituição Sede: | Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Fabio Cesar Gozzo ; Gonçalo Amarante Guimarães Pereira ; Jaciane Lutz Ienczak ; Marcelo Falsarella Carazzolle ; Sarita Candida Rabelo |
| Assunto(s): | Genômica Transcriptômica Engenharia metabólica Bioetanol Leveduras Saccharomyces cerevisiae Xilose |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Engenharia metabólica | etanol de segunda-geração | Evolução adaptativa | Genômica | Saccharomyces cerevisiae | transcriptômica e proteômica | Xilose | Fisiologia molecular 2G |
Resumo
O etanol de segunda-geração (2G) é uma alternativa promissora na produção de combustíveis gerados de fontes renováveis. O desenvolvimento de linhagens microbianas eficientes capazes de converter o açúcar de cinco carbonos xilose em etanol e tolerar a presença de compostos inibitórios do processo fermentativo é um passo essencial na viabilização da tecnologia de etanol 2G. Nosso grupo foi pioneiro e responsável pelo desenvolvimento e liberação comercial da primeira levedura utilizada na indústria 2G brasileira. Apesar da construção de linhagens modificadas da levedura Saccharomyces cerevisiae para a produção de etanol 2G ter sido iniciada há décadas, a identificação das bases genéticas geradas durante processos de evolução adaptativa, responsáveis pela assimilação de xilose e tolerância a inibidores, ainda está em seu início e pouca informação está disponível. Pretende-se, nesse trabalho, a elaboração de um atlas genômico construído pela identificação de bases moleculares envolvidas no metabolismo e regulação do consumo de xilose e na tolerância a grupos de inibidores presentes em hidrolisados provenientes de materiais lignocelulósicos. As relações encontradas entre essas diferentes vias metabólicas identificadas permitirão uma melhor compreensão do metabolismo de linhagens C5 e da complexa rede de sinalização que regula a adaptação e tolerância a grupos de moléculas inibidoras. As informações obtidas serão utilizadas na construção racional de cepas apropriadas para serem utilizadas na produção e viabilização da tecnologia de etanol 2G, auxiliando o Brasil na liderança do desenvolvimento de biocombustíveis de fontes renováveis. (AU)
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