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Biodiversidade e forma urbana no desenho de cidades mais sustentáveis

Processo: 16/26082-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais - Regular
Vigência: 01 de junho de 2017 - 31 de maio de 2019
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Demóstenes Ferreira da Silva Filho
Beneficiário:Demóstenes Ferreira da Silva Filho
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Pesq. associados:Augusto João Piratelli ; Eduardo Roberto Alexandrino
Assunto(s):Ecologia da paisagem  Cidades compactas  Sustentabilidade  Ecossistemas urbanos  Áreas verdes  Cobertura vegetal  Sistema de informação geográfica (SIG) 

Resumo

Nas últimas décadas, a discussão sobre conceito de cidades compactas como paradigma de sustentabilidade urbana vem ganhando cada vez mais força. No entanto, diversas pesquisas corroboram a ideia de que quanto maior os níveis de urbanização (densidade construída e área impermeabilizada), menor é o percentual de cobertura arbórea e disponibilidade de áreas verdes, iniciando um processo de perda de biodiversidade e de serviços ecossistêmicos nas cidades. Assim, enfrentar o desafio de conciliar aumento de densidade habitacional e oferta de áreas vegetadas se torna de suma importância. O objetivo desta pesquisa é analisar como o desenho urbano pode proporcionar maior permeabilidade e conectividade das áreas verdes, e fomentar maior biodiversidade, através da avaliação da vegetação e da biodiversidade em diferentes tecidos urbanos de densidades mais altas. As formas do parcelamento e da ocupação do solo e as diretrizes de desenho urbano geram tipologias muito diversas entre si que determinam a quantidade de áreas verdes (principalmente intraquadras), como elas estão arranjadas e distribuídas, influenciando diretamente nos serviços ecossistêmicos, na mitigação dos impactos das mudanças climáticas e na conservação de biodiversidade urbana. A avaliação será feita a partir de critérios quantitativos relativos à morfologia urbana e a cobertura do solo, métricas de ecologia da paisagem aplicadas em ambiente SIG e pelo levantamento amostral da avifauna como bioindicador da biodiversidade local. A finalidade é contribuir para políticas públicas em novas áreas urbanas, através da recomendação de diretrizes de desenho urbano de alto desempenho em termos de permeabilidade e conectividade da cobertura arbórea, considerando ao mesmo tempo a importância da promoção de cidades compactas. (AU)

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