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Avaliação da remoção dos antimicrobianos Vancomicina e Meropenem pelos diferentes métodos de diálise em pacientes com lesão renal aguda associada à sepse

Processo: 17/02311-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2017 - 31 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Daniela Ponce
Beneficiário:Daniela Ponce
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Pesq. associados:André Luís Balbi ; Daniel Rinaldo
Assunto(s):Nefrologia  Unidades de terapia intensiva  Lesão renal aguda  Sepse  Anti-infecciosos  Vancomicina  Meropeném  Diálise 

Resumo

Introdução: A sepse é a maior causa de lesão renal aguda (LRA) com necessidade de suporte dialítico em pacientes admitidos em unidade de terapia intensiva (UTI) e sua ocorrência além do significativo impacto na morbidade, representa fator de risco independente para o óbito, sendo a intervenção precoce essencial para a redução da mortalidade. O controle da infecção no ambiente de terapia intensiva por patógenos hospitalares frequentemente inclui a utilização de vancomicina e meropenem. Ressalta-se que profundas alterações ocorrem na farmacocinética dos antimicrobianos prescritos aos pacientes críticos e que os diferentes métodos dialíticos podem removê-los parcial ou totalmente, uma vez que a farmacocinética desses agentes é imprevisível nessas condições clínicas. Objetivo: Avaliar a remoção dos antimicrobianos vancomicina e meropenem pelos diferentes métodos de diálise em pacientes com LRA associada à sepse. Metodologia: Estudo transversal que avaliará 50 pacientes sépticos e com LRA em terapia dialítica e em tratamento com vancomicina ou meropenem internados em UTI do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu-UNESP. Serão colhidas amostras seriadas de sangue no início da terapia dialítica, após 2 e 4 horas do tratamento e ao final da terapia, totalizando de 8 mL de sangue (2 mL/coleta tubo a vácuo BD/gel). As coletas de sangue serão realizadas através de cateter venoso central pela enfermeira da diálise e o soro será obtido pela centrifugação e mantido a -20o C até o ensaio. Ao final da última coleta de sangue do paciente em seguimento farmacoterapêutico, as amostras de sangue serão transportadas do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP) para a Faculdade de Ciências (UNESP, campus de Bauru). A farmacocinética será estimada através do PK Solutions 2.0, Noncompartmental Data Analysis, a modelagem PK-PD para a correlação in vivo-in vitro, e o tratamento estatístico será realizado no GraphPad Prism (GraphPad Software Inc., San Diego, CA, USA). Os dados referentes a cromatografia serão processados no software gratuito Libreoffice® Calc e/ou GNU Octave®. (AU)