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Modulação da expressão fenotípica de subtipos de monócitos e receptores de quimiocinas no infarto agudo do miocárdio por estatinas

Processo: 17/01368-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2017 - 31 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Carolina Nunes França
Beneficiário:Carolina Nunes França
Instituição-sede: Universidade de Santo Amaro (UNISA). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Francisco Antonio Helfenstein Fonseca ; Maria Cristina de Oliveira Izar
Assunto(s):Cardiologia  Aterosclerose  Infarto do miocárdio  Inibidores de hidroximetilglutaril-CoA redutases  Monócitos  Receptores de quimiocinas  Receptores CCR  Receptores CXCR 

Resumo

A aterosclerose é uma doença de caráter progressivo, caracterizada pelo acúmulo de lipídeos e elementos fibrosos nas artérias de grande calibre. Condições que levam ao desenvolvimento da aterosclerose, como dislipidemia, hipertensão, diabetes e tabagismo são todas associadas à disfunção endotelial. Existe grande recorrência de desfechos cardiovasculares após o infarto do miocárdio e, neste sentido, ciclos de mobilização dos subtipos de monócitos (clássicos, intermediários e não clássicos) secundários ao infarto podem determinar colonização de placas ateroscleróticas em diferentes estágios de desenvolvimento, contribuindo para recorrência precoce de desfechos isquêmicos. O recrutamento dos diferentes subtipos de monócitos durante o processo inflamatório requer a expressão dos receptores de quimiocinas CCR2, CCR5 e CX3CR1, para promover a migração de monócitos para o sítio inflamatório. Este projeto visa maior entendimento dos mecanismos envolvidos na recuperação do miocárdio isquêmico e progressão da doença coronária. Especificamente, estudaremos os subtipos de monócitos (identificação, quantificação e caracterização fenotípica) envolvidos na evolução precoce e tardia de pacientes com infarto agudo do miocárdio. O projeto ainda envolverá a análise da expressão dos receptores CCR2, CCR5 e CX3CR1 que estão associados ao desenvolvimento da placa aterosclerótica. Terapêuticas farmacológicas serão examinadas desde a fase aguda do infarto do miocárdio até seis meses de evolução clínica. O maior entendimento do papel diferenciado dos subtipos de monócitos na evolução da doença coronária poderá se constituir em novo alvo estratégico para compreensão e terapia do infarto agudo do miocárdio. (AU)