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Estudo da memória operacional em idosos com perda auditiva e sua influência no aproveitamento da estimulação acústica com próteses auditivas

Processo: 16/26001-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2017 - 31 de outubro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fonoaudiologia
Pesquisador responsável:Maria Cecilia Martinelli
Beneficiário:Maria Cecilia Martinelli
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Maysa Seabra Cendoroglo ; Sabine Pompéia
Bolsa(s) vinculada(s):18/10342-0 - Status da audição e cognição em idosos saudáveis, BP.TT
Assunto(s):Audiologia  Idosos  Estimulação acústica  Perda auditiva  Memória operacional  Auxiliares de audição 

Resumo

Introdução: O presente projeto trata da relação entre alterações de audibilidade no idoso com a cognição, a escolaridade, o humor e a qualidade de vida. A justificativa para essa linha de investigação é o aumento da expectativa de vida ao redor do mundo, o baixo nível educacional de idosos, em especial em países em desenvolvimento como o Brasil, e seu consequente impacto na saúde, humor e cognição. Objetivo: Verificar a relação entre a memória operacional e o benefício no humor e qualidade de vida promovido pela estimulação acústica pelo uso de próteses auditivas em idosos e suas relações com sexo, idade, escolaridade e nível socioeconômico. Método: Cinquenta pacientes (>59 anos) com perda auditiva, atendidos de forma consecutiva, serão convidados a participar do estudo, que será de medidas repetidas (basal e após 4 meses). O grupo controle não deve apresentar queixas auditivas. Todos serão avaliados por meio de uma bateria de testes auditivos, cognitivos (todos os subsistemas de memória operacional e rastreio de demência), questionários de humor e qualidade de vida. Após a medida basal, os participantes com perda auditiva receberão as próteses auditivas. Os participantes sem perda auditiva não sofrerão nenhuma intervenção nesse período. Quatro meses após a sessão basal todos os participantes serão reavaliados. (AU)