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Embalagens celulósicas para alimentos: avaliação da conformidade em relação aos ftalatos, metais e migração para alimentos

Processo: 16/24751-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2017 - 31 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Tecnologia de Alimentos
Pesquisador responsável:Leda Coltro
Beneficiário:Leda Coltro
Instituição-sede: Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Campinas , SP, Brasil
Pesq. associados: Elisabete Segantini Saron ; Marisa Padula
Assunto(s):Embalagens de alimentos  Fibras lignocelulósicas  Aproveitamento de subprodutos  Segurança alimentar  Ftalatos 

Resumo

As embalagens celulósicas são amplamente usadas como embalagem de alimentos, sendo predominantemente de uso único (descartáveis). O aumento do interesse público pela conservação dos recursos naturais e também por questões econômicas, levou ao aumento do uso de papel, papel ondulado e cartão reciclados. O regulamento técnico do Mercosul, Resolução GMC nº 40/15, publicado no Brasil pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) como Resolução RDC nº 88/16 aprovou o uso de fibras recicladas no material celulósico para contato com alimentos, porém a embalagem deve cumprir com os limites máximos para migração específica de algumas substâncias químicas, entre elas os ftalatos DBP, DIBP e DEHP e os metais As, Cr, Cd, Pb e Hg. A segurança dos materiais celulósicos reciclados para uso em contato com alimentos está diretamente relacionada com a habilidade dos contaminantes da etapa pós-consumo serem absorvidos pelo material reciclado e posteriormente liberados pelo material de embalagem e absorvidos pelo alimento. Assim, este projeto tem por objetivo estudar a migração dos plastificantes DBP, DIBP e DEHP, que são empregados em tintas utilizadas na impressão de embalagens celulósicas comercializadas no mercado brasileiro e DIPN, substância oriunda da reciclagem de papel autocopiativo identificada em diversos estudos internacionais, bem como a migração dos elementos As e Cr e a extração em água de Cd, Pb e Hg. Desse modo, se as aparas de papel utilizadas no processo de reciclagem apresentarem concentrações reduzidas dos plastificantes utilizados nas tintas de impressão e dos metais, as embalagens feitas com fibras celulósicas recicladas devem apresentar migração específica inferior ao limite máximo estabelecido na legislação. Assim, tem-se a garantia de que os plastificantes e os metais não irão migrar para o produto alimentício e ser indevidamente ingeridos pelos consumidores. Além disso, amostras comerciais de alimentos normalmente acondicionados em embalagens celulósicas serão avaliadas quanto à migração das substâncias químicas em estudo. (AU)

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