| Processo: | 16/24690-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal |
| Pesquisador responsável: | André Furugen Cesar de Andrade |
| Beneficiário: | André Furugen Cesar de Andrade |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Heidge Fukumasu ; Simone Maria Massami Kitamura Martins |
| Assunto(s): | Suínos Biotecnologia da reprodução Metabolômica Criopreservação Congelamento de sêmen animal Espermatozoides animal Congelabilidade Marcador molecular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Congelabilidade | Criopreservação | esoermatozoide | marcadores moleculares | Metabolomica | Suínos | Andrologia Suína |
Resumo
Apesar da grande quantidade de trabalhos na área, a criopreservação do sêmen suíno ainda pode ser considerada um grande desafio para a ciência, no que diz respeito a qualidade do sêmen congelado, independente da sua qualidade pré-criopreservação ou do protocolo de criopreservação utilizado. Algumas proteínas tem sido descritas como marcadores biológicos do potencial de congelabilidade do sêmen suíno. Entretanto, a grande diversidade dos componentes seminais nos leva a crer que não somente as proteínas, mas também os lipídios, íons e outros componentes podem atuar no aumento ou diminuição do potencial de congelabilidade dos espermatozoides suínos. Conjuntamente, o holding time (período de incubação dos espermatozoides em próprio plasma seminal prévio a criopreservação) tem sido utilizado a fim de melhorar os resultados do sêmen congelado de suíno. Este período permite um maior contato com o plasma seminal, sendo reportado por produzir uma maior tolerância a baixas temperaturas. Isso nos leva a postular se a utilização ou não de holding time altera a interação das moléculas do plasma seminal com os espermatozoides, e consecutivamente a congelabilidade destes. Portanto, serão realizados três experimentos a fim de compreender a fundo a influência do holding time sobre o aumento da criotolerância dos espermatozoides suínos. O primeiro experimento tem por objetivo determinar o tempo ideal de holding time nos protocolos de criopreservação do sêmen suíno. O segundo experimento visa estudar se existe diferença entre animais (bom ou mal congelador) e o uso de holding time. Por fim, o terceiro experimento procurará elucidar, através de análise metabolômica, qual (ais) a (s) molécula (s) seminal (ais) colabora (m) para a maior criotolerância dos espermatozoides suínos. (AU)
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