| Processo: | 17/04997-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2019 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia Química - Processos Industriais de Engenharia Química |
| Pesquisador responsável: | Jaciane Lutz Ienczak |
| Beneficiário: | Jaciane Lutz Ienczak |
| Instituição Sede: | Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Aline Carvalho da Costa ; Gabriela Felix Persinoti ; Leandro Vieira dos Santos ; Sarita Candida Rabelo |
| Assunto(s): | Fermentação alcoólica Leveduras Bioprocessos Biomassa lignocelulósica Cana-de-açúcar Xilose Bioetanol Pentoses Modelos matemáticos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bioprocesso | Fermentação Alcóólica | leveduras nativas | modelagem matematica | pentoses | Bioprocessos |
Resumo
As principais características do sucesso de produção de etanol de primeira geração no Brasil estão no uso de elevadas concentrações de leveduras, reuso das leveduras, operação em batelada alimentada, uso de temperatura e pH adequados, além do controle microbiano (lavagens ácidas entre os reciclos) que caracterizam o processo Melle Boinot. Por outro lado, a fermentação dos açúcares obtidos por meio da hidrólise da biomassa de cana-de-açúcar (glicose e xilose) trata-se ainda de processo em fase de desenvolvimento. Neste sentido, a fermentação destes açúcares por leveduras nativas e o uso do sistema de sucesso para a primeira geração (Melle Boinot) mostram-se como o ponto de partida para o estabelecimento de um processo seguro para a produção de etanol de segunda geração, necessitando obviamente de algumas adaptações à nova realidade do processo (leveduras não Saccharomyces cerevisiae e diferentes carboidratos). Neste sentido, este projeto visa o estudo da aplicação do processo Melle Boinot para a fermentação de hidrolisados do bagaço de cana-de-açúcar contendo mistura de xilose e glicose pelas leveduras nativas Scheffersomyces stipitis e Spathaspora passalidarum. No projeto se objetiva estudar a temperatura de processo para o melhor consumo da xilose, metabolismo de xilose e glicose por estas leveduras, influência da transferência de oxigênio e inibidores, contaminação de dornas de fermentação e cinética e balanço de massa do sistema. Com os resultados obtidos espera-se que este projeto possa trazer à comunidade científica e tecnológica a visão abrangente da aplicação de ferramentas em nível bioquímico/biológico (análise de metabólitos e transcritos), bioprocessos (transferência de massa, efeito de inibidores e contaminantes) e aplicação tecnológica (possibilidade de aplicação em escala piloto) do processo baseando-se na primeira geração (Melle Boinot). (AU)
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