| Processo: | 17/16858-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica |
| Pesquisador responsável: | Iguatemy Lourenço Brunetti |
| Beneficiário: | Iguatemy Lourenço Brunetti |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Araraquara |
| Assunto(s): | Bioquímica clínica Diabetes mellitus NF-kappa B |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atrofia Muscular Esquelética | Atrogenes | diabetes mellitus | inflamação aguda articular | NF-kB | terapia insulínica | Bioquímica Clínica |
Resumo
Justificativa: O objetivo deste estudo foi avaliar as mudanças em biomarcadores de proteólise muscular (atrogin-1, MuRF-1) e inflamação (NF-kB) em músculos esqueléticos de ratos submetidos a duas condições catabólicas, diabetes mellitus e inflamação aguda articular, bem como os efeitos da terapia insulínica.Métodos: Ratos Wistar machos foram divididos nos seguintes grupos: ratos não diabéticos: normal (N), injeção na articulação tibiotarsal de salina (NS) ou t-carragenina (NCa), ratos diabéticos: diabético (D), tratado com insulina (DI), injeção na articulação tibiotarsal de salina (DS) ou t-carragenina (DCa), injeção na articulação tibiotarsal de t-carragenina e tratado com insulina (DCaI). Três dias após a injeção de t-carragenina (dezessete dias após a indução do diabetes), músculos tibialis anterior (TA) e soleus (SO) foram utilizados nas análises.Resultados: O diabetes mellitus promoveu uma queda significativa na massa de músculos TA e SO, mesmo com baixos níveis de atrogenes (atrogin-1, MuRF-1), o que pode ser interpretado como um mecanismo adaptativo para poupar proteínas musculares nesta condição catabólica. A perda de massa muscular foi exacerbada quando t-carragenina foi administrada na articulação de ratos diabéticos, em associação ao aumento na expressão de atrogin-1, MuRF-1 e NF-kB. O tratamento com insulina preveniu o aumento de atrogin-1 (TA, SO) e a perda de massa muscular (SO) em ratos diabéticos-carragenina; em comparação ao TA, músculos SO foram mais responsivos as ações anabólicas da insulina.Conclusão: Em ratos diabéticos, a inflamação aguda articular superou os mecanismos adaptativos para prevenir a excessiva perda de massa muscular, piorando o estado catabólico. O tratamento de ratos diabéticos-carragenina com insulina preveniu a perda de massa muscular esquelética, principalmente via inibição de atrogin-1. Em uma condição de diabetes mellitus e inflamação, músculos com prevalência de fibras do tipo 1, de contração lenta foram mais responsivos ao tratamento com insulina, recuperando a capacidade de crescer. (AU)
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