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Protocolo para sinterização de Y-TZP odontológica por energia de micro-ondas: estudo in vitro e in vivo

Processo: 17/07636-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2017 - 30 de setembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos
Pesquisador responsável:Guilherme de Siqueira Ferreira Anzaloni Saavedra
Beneficiário:Guilherme de Siqueira Ferreira Anzaloni Saavedra
Instituição-sede: Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil
Assunto(s):Porcelana dentária  Prótese dentária  Micro-ondas  Estresse mecânico  Placa bacteriana  Rugosidade superficial  Zircônia tetragonal policristalina estabilizada com ítrio (Y-TZP) 

Resumo

Este trabalho tem como objetivo avaliar o protocolo de sinterização por energia de micro-ondas, por meio de análises nas características mecânica e microestruturais da Y-TZP em comparação com o método de sinterização convencional, na contração volumétrica, degradação in vitro e in vivo, formação do biofilme in vivo, bem como resistência e fadiga mecânica. Serão confeccionados N=172 discos por meio de CAD-CAM seguindo a padronização ISO 6872, os discos serão divididos em 8 grupos, quatro Grupos que serão sinterizados de modo convencional, e quatro Grupos que serão sinterizados por energia de micro-ondas utilizando um protocolo pré-estabelecido. E então passarão por processo de degradação in vitro e também in vivo. Para caracterização microestrutural serão realizadas análises de: contração volumétrica, rugosidade superficial, goniometria, difração de raios-X (DRX), microscopia eletrônica de varredura (MEV) e microscopia confocal de varredura a laser (MCVL). Para a caracterização mecânica serão realizados testes de: resistência à flexão biaxial e fadiga por step-stress. Os resultados obtidos serão analisados estatisticamente (ANOVA, Tukey e Dunnett), e então será possível fazer uma avaliação criteriosa dos métodos utilizados, quanto à validação para o uso clínico e científico do material sinterizado por meio do protocolo para micro-ondas, que possui diversos benefícios ao processo de sinterização, reduzindo tempo, temperatura com economia de energia. (AU)