| Processo: | 17/14797-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Cardiorenal |
| Pesquisador responsável: | Lusiane Maria Bendhack |
| Beneficiário: | Lusiane Maria Bendhack |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Cristina Antoniali Silva |
| Assunto(s): | Hipertensão Óxido nítrico Ratos endogâmicos SHR |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cavéola | glicocálice | hipertensão arterial | Oxido Nitrico | Shr | Farmacologia Vascular |
Resumo
O glicocálice endotelial é formado principalmente por proteoglicanos, glicoproteínas e glicosaminoglicanos (GAGs) e tem sido descrito como estrutura responsável pela mecanotransdução que é tradução das forças biomecânicas em sinais bioquímicos nas células endoteliais, promovendo ativação da óxido nítrico sintase endotelial (eNOS) e a produção de óxido nítrico (NO). A hipertensão essencial é um distúrbio de origem multifatorial, que afeta 20% da população adulta em países industrializados e está associado à redução da biodisponibilidade do NO. Os ratos espontaneamente hipertensos (SHR) apresentam predisposição genética para o desenvolvimento da hipertensão essencial sem etiologia específica, sendo um excelente modelo para estudo da hipertensão essencial. Em SHR, a expressão da eNOS está reduzida em vasos de condutância. No entanto, não há alteração na expressão da eNOS em artéria de resistência, mas a atividade da eNOS encontra-se reduzida quando comparada com ratos normotensos. Sabe-se também que o número de cavéolas está diminuído em SHR quando comparado com ratos normotensos. Além disso, ocorrem alterações na modulação de proteoclicanos em vasos de resistência de SHR, o que sugere que proteoglicanos podem contribuir para o aumento da resistência vascular periférica em estados hipertensos. Portanto, a hipótese do nosso trabalho é de que a hipertensão essencial promove alterações na composição do glicocálice levando ao comprometimento da estrutura da cavéola. Isto leva ao prejuízo no processo de mecanotransdução e conseqüentemente à menor atividade da eNOS e redução da produção de NO em vasos de resistência de SHR, contribuindo para a hipertensão essencial. (AU)
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