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Estudo do teor total e da bioacessibilidade de alumínio em alimentos infantis

Processo: 17/11334-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2017 - 31 de outubro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Pesquisador responsável:Marcelo Antonio Morgano
Beneficiário:Marcelo Antonio Morgano
Instituição-sede: Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Campinas , SP, Brasil
Pesq. associados:Adriana Pavesi Arisseto Bragotto ; Juliana Azevedo Lima Pallone ; Marta Gomes da Silva
Assunto(s):Alimentos infantis  Contaminação de alimentos  Alumínio  Bioacessibilidade  Espectrofotometria atômica 

Resumo

O alumínio é o terceiro elemento em abundância na crosta terrestre (8%) e o primeiro entre os metais. Pode ser encontrado em medicamentos, bebidas e alimentos como resultado de sua ocorrência natural no ambiente, contaminação por fontes industriais, ou ainda devido à sua ampla utilização como componentes de aditivos alimentares. Trabalhos recentes têm relatado a presença de alumínio em alimentos infantis e revelam que quando ingerido pode se acumular na mucosa intestinal podendo afetar o sistema reprodutivo e o desenvolvimento cerebral. Devido a esta possibilidade de contaminação, serão realizados ensaios de bioacessibilidade in vitro do alumínio presente em alimentos destinados a lactentes para a avaliação da fração dialisável deste contaminante inorgânico no trato gastrointestinal. A ingestão deste contaminante através da dieta também será avaliada de forma a verificar a segurança dos alimentos infantis disponíveis comercialmente. As concentrações de alumínio serão determinadas através da técnica de espectrometria de emissão atômica com fonte de plasma indutivamente acoplado (ICP OES) e os ensaios de bioacessibilidade baseados em métodos de diálise por membrana. Este estudo é inédito no país e de grande importância para a saúde pública visto que o contaminante inorgânico alumínio possui caráter acumulativo podendo ser tóxico aos recém-nascidos e às crianças. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
DE PAIVA, ESTHER LIMA; MILANI, RAQUEL FERNANDA; MORGANO, MARCELO ANTONIO; ARISSETO-BRAGOTTO, ADRIANA PAVESI. Aluminum in infant formulas commercialized in Brazil: Occurrence and exposure assessment. Journal of Food Composition and Analysis, v. 82, SEP 2019. Citações Web of Science: 0.

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