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Biomarcadores de tumores de cabeça e pescoço induzidos por HPV na América Latina e Europa

Processo: 17/04020-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2018 - 30 de junho de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia
Convênio/Acordo: EU-CELAC IG (ex-ERA.Net - LAC)
Pesquisador responsável:Luisa Lina Villa
Beneficiário:Luisa Lina Villa
Pesq. responsável no exterior: Mohssen Ansarin
Instituição no exterior: European Institute of Oncology (IEO), Itália
Pesq. responsável no exterior: Marina Pollán
Instituição no exterior: Institut de Salud Carlos III, Majadahonda, Espanha
Pesq. responsável no exterior: Carlos Arturo Castanera Altamirano
Instituição no exterior: Universidad Científica del Sur, Peru
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Laura Cristina Sichero Vettorazzo ; Sandra Perdomo Velásquez ; Susanna Chiocca
Assunto(s):Infecções por Papillomavirus  Neoplasias de cabeça e pescoço  Doenças transmissíveis 

Resumo

Câncer de cabeça e pescoço (CCP), com uma carga global estimada de aproximadamente 700.000 casos incidentes e 380.000 mortes por ano em 2012, tem uma elevada taxa de letalidade em todo o mundo. Descobertas recentes indicam que a incidência de CCP induzida por HPV (papilomavírus humano) tem aumentado nos EUA e alguns países europeus. Entretanto, os dados da prevalência de HPV em CCP são limitados na América Latina. Papilomavírus humanos mucosos de alto risco (HR-HPVs), em particular o HPV16, são responsáveis por uma parcela dos tumores de orofaringe (OPC) que parece estar associada a um melhor prognóstico e resposta ao tratamento em comparação com tumores HPV negativos. No entanto, diferenças significativas na proporção de CCP HPV positivos foram relatadas em diferentes países e a relevância clínica de tais achados ainda está por se determinar. Devido à potencial relevância clínica da caracterização do status do HPV em CCP, é de suma importância identificar biomarcadores de infecção pelo HPV para facilitar o diagnóstico precoce e melhorar o manejo clínico desses pacientes, bem como a predicção da recorrência tumoral e seu impacto na sobrevivência a longo prazo. Informações epidemiológicas sobre estilos de vida e outros fatores de risco para CCP, bem como informações clínicas, patológicas e de tratamento, foram coletadas seguindo protocolos padronizados. Vários testes serão realizados nos tecidos tumorais e não neoplásicos e sangue, de modo a identificar novos biomarcadores de diagnóstico e prognóstico de CCP, nomeadamente DNA, RNA e anticorpos para HPV. Além disso, a expressão de proteínas celulares adicionais e marcadores genômicos será explorada. Nós estimaremos a sobrevivência de CCP ajustando para potenciais fatores de confusão e incluindo uma interação entre idade, sexo e status de HPV. Para tanto, este consórcio é composto por três parceiros europeus e três sul-americanos com um amplo espectro de conhecimentos em biologia molecular, virologia, oncologia clínica, cirurgia de cabeça e pescoço, patologia, epidemiologia e saúde pública. (AU)

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